Potencial Crescimento das Ações da Viasat
Viasat pode experimentar um aumento significativo em suas ações devido à potencial cisão de seu negócio de tecnologia de defesa, um cenário que está se tornando cada vez mais provável, conforme analisado pela JPMorgan. O banco de investimento atualizou a classificação das ações da empresa de neutra para "sobrepeso". Além disso, a instituição elevou sua meta de preço para Viasat, passando de R$ 23 para R$ 50, o que representa um potencial de valorização de 35%.
Expectativas para a Cisão do Segmento de Defesa e Tecnologias Avançadas
O analista Sebastiano Petti comentou em uma nota enviada a clientes que a separação do segmento de Defesa e Tecnologias Avançadas (DAT) parece ter uma probabilidade cada vez maior. Isso inclui a possibilidade de uma divisão entre os negócios voltados para o governo e os voltados para o setor comercial, além de uma reestruturação das dívidas existentes. Petti ressaltou que o segmento DAT da Viasat registrou uma carteira de pedidos recorde de R$ 1,2 bilhão no segundo trimestre, representando um aumento de 31% em relação ao ano anterior.
Fatores que Impulsionam o Crescimento
Este crescimento no segmento DAT é impulsionado por uma maior dependência de ativos espaciais para fins de segurança nacional e pela demanda crescente por tecnologias de comunicação resilientes, entre outros fatores. Durante uma conferência com analistas na última semana, o CEO da Viasat, Mark Dankberg, analisou as possibilidades de desmembrar o negócio de DAT, embora tenha optado por não estabelecer um cronograma para a tomada de decisão. "Estamos sempre avaliando essas opções", afirmou Dankberg. "Estamos apenas pesando os benefícios."
Perspectivas da Wall Street
A visão da Wall Street sobre a Viasat está dividida. Segundo dados da LSEG, as ações receberam quatro recomendações de compra ou forte compra, quatro de manutenção e uma de venda. Na terça-feira, as ações da Viasat subiram 7%. No acumulado do ano, as ações da empresa apresentaram um aumento impressionante de 366%.
Fonte: www.cnbc.com

