Novas Oportunidades para Investidores em Ações de Broadcom e Goldman Sachs
Goldman Sachs e a Fusão no Setor Energético
Os investidores têm novos motivos para apreciarem as ações da Broadcom e da Goldman Sachs. A Goldman Sachs foi escolhida como consultora financeira pela Coterra em sua fusão de US$ 58 bilhões, na qual a empresa se une à Devon, outra produtora de xisto. Este negócio representa a maior transação no setor de energia desde a aquisição da Endeavor Energy Resources pela Diamondback por US$ 26 bilhões em 2024, na qual a Goldman também teve um papel menor.
A participação da Goldman na fusão entre Coterra e Devon é um impulso significativo para seu segmento de banco de investimento, que representou 15% da receita total da empresa no último ano.
Desempenho da Goldman Sachs
Após o barulho em torno do relatório de ganhos da Goldman no mês passado, o CEO David Solomon comentou que "transações de fusões e aquisições frequentemente acionam um efeito cascata de atividades em toda a nossa franquia". As notícias contínuas sobre fusões validam nossa tese inicial sobre as ações, que até o momento tiveram um aumento de 7,6% no ano, em comparação com um crescimento de 1,5% do S&P 500.
Iniciamos uma posição em ações da Goldman Sachs no final de 2024, na expectativa de uma recuperação no setor de banco de investimento em decorrência da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais. Isso é exatamente o que observamos, com o clube de investimento apontando um preço-alvo de US$ 1.050 para as ações da Goldman, com uma classificação de 2, o que indica que comprariam em uma queda nos preços.
Potencial da Broadcom
Em relação à Broadcom, a Mizuho recomendou aproveitar a recente queda nas ações da empresa, destacando uma aceleração no potencial de ganhos para o próximo ano, especialmente em múltiplas oportunidades no negócio de chips personalizados. As ações da Broadcom apresentaram um desempenho abaixo do esperado, com uma queda de quase 20% em relação ao fechamento recorde de dezembro e uma queda de 3,6% neste ano.
Em uma observação publicada no domingo, os analistas da Mizuho mencionaram a Meta Platforms, outra empresa do nosso portfólio, como um potencial cliente que pode gerar entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões para a Broadcom.
Contribuições da Broadcom para o Google
Conforme destacado anteriormente, a Broadcom tem se beneficiado ao auxiliar o Google, pertencente à Alphabet, na construção de suas unidades de processamento tensor (TPUs). A Mizuho previu que o preço médio de venda para algumas dessas TPUs pode aumentar em até 50% nos próximos anos. Os analistas reafirmaram sua classificação de compra equivalente para as ações da Broadcom e estabeleceram um preço-alvo de US$ 480 por ação, o que representa uma valorização de 44% em relação aos preços atuais, que estão em torno de US$ 332.
Entretanto, o clube de investimento deseja esperar uma nova queda de preços antes de elevar a classificação da Broadcom de "manter" para "comprar". Atualmente, mantemos uma classificação equivalente a “manter” com um preço-alvo de US$ 425.
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Fonte: www.cnbc.com