Argentina finaliza acordo cambial com os EUA e encerra swap de US$ 20 bilhões.

Argentina Quitou Operações de Swap Cambial com os Estados Unidos

A Argentina realizou a quitação de forma “rápida e integral” das operações de swap cambial com os Estados Unidos, de acordo com o anúncio feito pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, e confirmado pelo Banco Central da Argentina (BCRA).

Detalhes sobre o Acordo de Swap

O acordo de swap é a troca entre moedas estrangeiras, neste caso, entre o dólar e o peso argentino. O empréstimo firme junto aos Estados Unidos foi uma tentativa de estabilizar a situação cambial da Argentina, que enfrenta uma carência significativa de dólares, contando com o apoio do Tesouro norte-americano.

Com a quitação das operações, encerra-se o uso limitado da linha de swap com os EUA. O Fundo de Estabilização Cambial (ESF, na sigla em inglês) ficou “sem deter nenhum peso argentino”, conforme indicado pelo secretário Bessent.

Implications Financeiras

Em uma publicação na plataforma X, Bessent ressaltou que a quitação representa a “posição financeira fortalecida” da Argentina e também é vista como “uma vitória clara da estratégia America First”, tendo como objetivo “estabilizar um forte aliado dos EUA e gerar dezenas de milhões de dólares em lucro para o contribuinte americano”.

O secretário ainda enfatizou que o ESF nunca registrou prejuízo e que foi integralmente reembolsado.

Confirmação do Banco Central da Argentina

O BCRA confirmou que, em dezembro de 2025, quitou as operações realizadas durante o quarto trimestre de 2025 com o Tesouro norte-americano no âmbito do acordo de estabilização cambial de US$ 20 bilhões, que foi firmado no final de outubro.

Reformas Econômicas e Suporte Internacional

Bessent ainda afirmou que essa medida acontece em um contexto de reformas econômicas conduzidas pelo presidente argentino, Javier Milei. Segundo ele, Milei “segue entregando resultados com força total”, recuperando o acesso aos mercados financeiros e implementando mudanças “encorajadoras” nas políticas monetária e cambial.

O secretário destacou também o apoio da comunidade internacional, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI), e ressaltou que, com a Argentina estabilizada, “os mercados agora atendem às necessidades de financiamento” do país latino.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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