Aviação comercial encerra 2025 com recorde de movimentação de passageiros

Recorde de Movimentação de Passageiros na Aviação Comercial Brasileira em 2025

A aviação comercial brasileira alcançou um marco histórico em 2025, registrando uma movimentação de 129,6 milhões de passageiros, incluindo tanto nacionais quanto estrangeiros. Essa informação foi divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na terça-feira, dia 20.

Primeiro Ano Acima de 120 Milhões

Este é o primeiro ano em que o setor aéreo nacional ultrapassou a marca de 120 milhões de passageiros transportados, conforme relatado pela Anac. O total de viajantes em 2025 representa um aumento de 9,4% em relação ao ano anterior, 2024, e um crescimento de 9,2% em comparação com o recorde anterior de 2019, que contabilizou 118,7 milhões de passageiros.

Detalhes Sobre o Fluxo de Passageiros

De acordo com os dados fornecidos pela agência:

  • Mercado Interno: O fluxo doméstico atingiu 101,2 milhões de passageiros em 2025, marcando um crescimento de 8,4% em relação a 2024. Este é o primeiro ano em que o número de viajantes domésticos ultrapassou os 100 milhões. O recorde anterior havia sido registrado em 2015, com 96,1 milhões de passageiros.

  • Segmento Internacional: O fluxo de passageiros no segmento internacional cresceu 13,4% em 2025, alcançando, pelo segundo ano consecutivo, o maior número já registrado na série histórica, com 28,4 milhões de passageiros.

Aumento na Oferta de Voos

A Anac também destacou que a oferta de voos em 2025 aumentou em 10,2%. Nesse contexto, o crescimento foi de 8,5% no mercado doméstico e de 11,3% no mercado internacional.

O secretário-executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, comentou sobre a importância desse crescimento. Ele afirmou: “O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão na aviação comercial brasileira. Com 129,6 milhões de passageiros transportados, alcançamos o maior volume desde o início da série histórica e, pela primeira vez, superamos a marca de 120 milhões de viajantes em um único ano.”

Fonte: www.moneytimes.com.br

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