Brava Energia (BRAV3) desmente tratativas com a Eneva sobre venda de ativos; saiba mais.

Brava Energia e Eneva esclarecem transações no mercado

A Brava Energia (BRAV3) e a Eneva (ENEV3) emitiram comunicados ao mercado com a informação de que não há negociações em curso para a venda de ativos de E&P (exploração e produção) que pertencem à Brava.

Os esclarecimentos foram feitos após o Pipeline, do Valor Econômico, ter divulgado que a Brava poderia estar em processo de negociação para vender três poços de gás à Eneva, com a assessoria do Goldman Sachs. O jornal indicou que essa transação poderia movimentar cerca de US$ 450 milhões.

Além disso, a apuração sugere que, com a assessoria do Itaú BBA, a empresa colombiana Ecopetrol estaria interessada em realizar uma oferta não vinculante para adquirir um bloco de ações de 15% da Brava Energia.

Desempenho da Brava Energia na Bolsa

A Brava Energia, que surgiu da fusão entre as empresas 3R Petroleum e Enauta, está enfrentando um momento desfavorável na Bolsa de Valores. Até o fechamento do pregão de terça-feira (16), as ações acumulavam uma queda de quase 40% em 2025.

O Itaú BBA divulgou um relatório no qual manteve sua recomendação de outperform (equivalente a “compra”) para a Brava Energia. Contudo, o banco ajustou o valor justo por ação, reduzindo a estimativa de R$ 28 para R$ 17 até o final de 2026. As previsões de produção foram revisadas para 89 kboed (mil barris de óleo equivalente por dia) em 2026 e 95 kboed em 2027, tendo em vista problemas de comissionamento do FPSO Atlanta.

Apesar das dificuldades, o Itaú BBA reconhece que houve progresso na eficiência operacional. A produção alcançou 92 kboed no terceiro trimestre, apresentando um crescimento de 78% em relação ao ano passado, enquanto o custo de levantamento caiu para US$ 15,7/boe, uma redução de 22%.

A necessidade de desalavancagem é identificada como um pilar crucial para a estratégia de médio prazo da empresa, o que é um fator que sustenta a recomendação positiva do banco. No entanto, o cenário de curto prazo ainda apresenta desafios, devido ao crescimento limitante até a finalização das campanhas de perfuração offshore, aos impactos da diminuição dos investimentos em capital (capex) onshore e à evolução dos níveis de BSW nos poços de Atlanta, conforme a avaliação do Itaú BBA.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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