CEO do Santander levanta questões cruciais sobre o Banco Master.

CEO do Santander Comenta Sobre Caso do Banco Master

O CEO do Santander, Mario Leão, manifestou sua desaprovação em relação ao caso do Banco Master, que resultou em um prejuízo de R$ 46,9 bilhões para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Durante uma coletiva de imprensa que discutia os resultados da empresa, o executivo destacou que o Brasil deve evitar que situações semelhantes ocorram no futuro e que é fundamental estabelecer regulamentações adequadas para impedir a repetição de episódios como o do Banco Master. “Esse deveria ser um debate institucional do nosso país”, enfatizou Mario Leão.

Negociações Sobre o Fundo Garantidor de Crédito

Durante o evento, Leão também mencionou que as discussões sobre possíveis alterações no Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estão em andamento entre diversas entidades e empresas do setor financeiro. Ele ressaltou que os bancos acreditam que algo será definido nas próximas semanas, embora não possa divulgar detalhes específicos das negociações que estão ocorrendo.

Interesses no Ajuste da Captação do FGC

Nos bastidores, os grandes bancos manifestam o desejo de modificar a forma como é feita a captação para o FGC. Atualmente, as instituições financeiras contribuem para o fundo de maneira proporcional ao tamanho de suas carteiras de crédito. Essa dinâmica coloca a responsabilidade do financiamento do FGC nas mãos dos grandes bancos. Por outro lado, as fintechs utilizam o FGC como um atrativo para captar investimentos de pessoas físicas por meio de seus Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Essa abordagem é similar à utilizada pelo Banco Master, o que gera descontentamento entre os grandes bancos, já que eles são os principais responsáveis pelo financiamento do fundo.

Fonte: veja.abril.com.br

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