Reunião do Copom em 2026
A primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2026 contará com a participação de apenas sete diretores. Isso se deve ao término do mandato de dois dos atuais membros em 31 de dezembro. Consequentemente, a composição do colegiado ficará temporariamente reduzida até que novos nomes sejam indicados e aprovados.
Término de Mandatos
Inicialmente, havia expectativas de que os diretores Diogo Guillen e Renato Gomes pudessem prorrogar seus mandatos até que o presidente Lula indicasse novos diretores. Esses novos membros precisariam ser sabatinados pelo Senado e, em seguida, aprovados. Porém, o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, confirmou a saída dos dois diretores.
Reforço da Solidez Institucional
Em resposta a essas mudanças na diretoria, Galípolo destacou que a instituição tem trabalhado para fortalecer a solidez institucional do Banco Central. Para isso, dois diretores atuais irão acumular funções nas respectivas áreas.
“É uma maneira de manter esse tipo de organização, minimizar a falta e garantir o funcionamento”, destacou Galípolo.
Acumulação de Funções
A partir de janeiro, Paulo Piccheti assumirá a área de Política Econômica, que atualmente é liderada por Diogo Guillen, acumulando, portanto, duas diretorias. Da mesma forma, Gilneu Vivan também assumirá funções acumuladas, uma vez que tomará temporariamente a diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, que é atualmente comandada por Renato Gomes.
Reafirmação da Institucionalidade
Galípolo comentou sobre as mudanças, ressaltando que a fortaleza institucional do Banco Central deve ser vista de forma robusta. “A forma como o Copom se comporta depende muito mais do desenho institucional do que de qualquer outra coisa, e isso se mantém, na verdade, desde o começo do caso”, afirmou durante uma coletiva de imprensa.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


