A Cury Anuncia Distribuição de Dividendos Intercalares
A Cury (CURY3) anunciou, nesta segunda-feira, 24 de outubro, a aprovação da distribuição de R$ 250 milhões em dividendos intercalares. O montante equivale a R$ 0,86 por cada ação ordinária emitida pela companhia.
Detalhes do Pagamento
Os acionistas que terão direito ao pagamento são aqueles posicionados na data-base, marcada para 27 de novembro de 2025. A partir do dia 28 de novembro, as ações começarão a ser negociadas ex-dividendos.
O valor dos dividendos será pago em parcela única no dia 4 de dezembro de 2025. Importante ressaltar que não haverá aplicação de correção monetária ou juros entre a data da declaração e o efetivo crédito dos valores.
Os depósitos referentes aos dividendos serão realizados de acordo com os dados bancários que constam no cadastro junto ao BTG Pactual Serviços Financeiros, que é a instituição responsável pela escrituração das ações. Aqueles que possuírem cadastro incompleto receberão os dividendos apenas após regularização. Para os investidores que têm ações em custódia, o crédito seguirá os procedimentos estabelecidos pelas instituições depositárias.
Cabe destacar que os dividendos serão isentos de Imposto de Renda, e contarão para o dividendo mínimo obrigatório do exercício de 2025.
Desempenho Recentemente Divulgado
Na divulgação do balanço trimestral mais recente, referente ao terceiro trimestre, a Cury reportou um lucro líquido de R$ 255,3 milhões, o que representa um aumento de 49,6% em comparação a um ano atrás. Esse desempenho foi impulsionado por uma forte geração de caixa e margens em expansão.
Segundo o BTG Pactual, o trimestre apresentou resultados robustos em todos os aspectos, superando as expectativas do mercado. O banco destacou também o Retorno sobre Patrimônio Líquido (ROE) anualizado de 74%, o mais alto registrado na série histórica da empresa, evidenciando um desempenho operacional consistente. Esse resultado foi especialmente impulsionado pelo segmento de habitação popular e pela execução eficiente do modelo de negócios “asset light”.
Fonte: www.moneytimes.com.br


