CVC (CVCB3) Deixa a Bolsa e Dá Lugar à Copasa (CSMG3)

Atualização da Carteira Teórica do Ibovespa

A B3 anunciou, na terça-feira, dia 23 de dezembro, a terceira prévia da carteira teórica do Ibovespa, que será válida entre cinco de janeiro e 30 de abril de 2026. Assim como na fase anterior, a composição da carteira permanece com 82 ativos de 79 empresas.

Mudanças na Composição

Nesta atualização, a Copasa (CSMG3) fez sua entrada na carteira, enquanto a CVC Brasil (CVCB3) é removida. Importante ressaltar que não ocorreram modificações estruturais significativas entre a segunda e a terceira prévias. As mudanças foram limitadas a ajustes pontuais nos pesos, que foram resultantes da atualização da base de negociação até o fechamento do pregão de 19 de dezembro.

Destaques dos Ativos

Os ativos mais representativos da carteira mantêm suas posições. Vale ON (VALE3) e Itaú Unibanco PN (ITUB4) continuam a liderar o ranking dos ativos, seguidos por Petrobras (ON e PN) e Axia Energia ON (AXIA3). Embora as variações nos percentuais individuais tenham ocorrido de forma pontual, a hierarquia dos cinco papéis mais importantes no índice permaneceu inalterada.

Na segunda prévia, os ativos com os maiores pesos já eram ocupados por Vale, Itaú e Petrobras, com a Axia Energia se destacando. A terceira prévia apenas refine esses números, refletindo oscilações recentes em preço e liquidez, sem provocar alterações significativas na composição da carteira.

Divulgações Futuras

A carteira definitiva do Ibovespa B3 deverá ser divulgada em cinco de janeiro, encerrando assim o processo de revisão quadrimestral conduzido pela B3.

O Papel do Ibovespa

O Índice Bovespa reúne os ativos que apresentam maior volume de negociações na bolsa brasileira e serve como referência para diversos tipos de investimentos. Isso inclui os ETFs (Exchange Traded Funds), que são fundos de investimento listados na bolsa e que replicam o desempenho de um índice de referência, além de contratos futuros e opções sobre o Ibovespa.

Critérios de Inclusão

A liquidez é o critério fundamental que determina a inclusão de um ativo no índice. Esse conceito se refere à capacidade que uma ação possui de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores, o que é crucial para a dinâmica do mercado.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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