Desafios e Prioridades da COP30: Perspectivas do Pacto Global da ONU-Rede Brasil

Desafios e Prioridades da COP30: Perspectivas do Pacto Global da ONU-Rede Brasil

by Ricardo Almeida
0 comentários

Preparativos para a COP30

A menos de duas semanas do início da COP30, o Brasil está finalizando os preparativos e ajustando seu discurso para receber, pela primeira vez, uma Conferência das Partes, que ocorrerá em Belém, no estado do Pará.

Participação de Entidades Importantes

Durante a reunião, estarão presentes importantes grupos e entidades, como o Pacto Global da ONU, que foi criado em 2000 com o objetivo de engajar empresas e organizações na adoção de práticas voltadas para o desenvolvimento sustentável. Atualmente, 77 países e mais de 22 mil empresas estão engajados com essa iniciativa.

Em 2003, a Rede Brasil foi lançada e hoje representa a segunda maior rede local do mundo, reunindo mais de 2 mil participantes. Essa rede é responsável por mais de 50 projetos que discutem temas relevantes, incluindo água e saneamento, alimentos e agricultura, energia e clima, direitos humanos e trabalho, além de anticorrupção e engajamento e comunicação.

Desafios da COP30

Para Hugo Ricardo, gerente de agricultura e florestas do Pacto Global da ONU (Rede Brasil), um dos principais desafios da COP30 será a transição da agenda de debates para uma agenda de implementação.

“Temos um arcabouço de discussões e debates, iniciativas que estão metrificando e observando a cadeia de valor. Agora, precisamos dar um passo para transformar esses debates em ações concretas que gerem impacto real nos setores produtivos e empresariais”, afirma Hugo.

Foco nas Discussões

O engenheiro agrícola enfatiza que é necessário evitar qualquer tipo de "polarização" durante a COP30 e concentrar as discussões em dois pontos principais: o financiamento da transição ambiental e a valoração dos serviços ambientais prestados pela agricultura brasileira.

“Para garantir a continuidade dessa agenda, é fundamental começar a valorizar as práticas ambientais realizadas pelos produtores rurais. Isso inclui, por exemplo, remunerar melhor aqueles que adotam práticas de agricultura regenerativa”, conclui ele.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

Você pode se interessar

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Aceitar Leia Mais

Privacy & Cookies Policy