As principais empresas de petróleo internacionais aceleram projetos de óleo e gás e reduzem exposição a renováveis em busca de rentabilidade
A BP, empresa britânica, destacou-se recentemente ao anunciar uma das suas maiores descobertas em um intervalo de 25 anos, localizada no pré-sal da Bacia de Santos, especificamente no bloco Bumerangue, onde a empresa detém uma participação integral de 100%. Esse achado, que é considerado promissor por analistas internacionais, reacende o interesse das principais multinacionais do setor petrolífero pelo Brasil, principalmente em áreas de exploração em águas profundas e ultraprofundas. Esses segmentos são aqueles em que a competitividade tecnológica dessas empresas se sobressai em relação a outras.
A Exxon Mobil, em outra frente, está seguindo seu cronograma para dar início à produção no campo conhecido como Bacalhau em 2025. Esse projeto está sendo operado em parceria com a Equinor e a Galp, e é considerado um marco significativo na inserção da Exxon Mobil no Brasil. Além disso, essa iniciativa reforça um movimento maior de concentração de capital em ativos que têm um alto potencial produtivo.
Movimentações no mercado europeu
No ambiente europeu, empresas como Shell e TotalEnergies estão reduzindo suas exposições a projetos relacionados à energia renovável. Essas companhias estão reposicionando suas carteiras de investimentos após observar quedas nos retornos de empreendimentos voltados para a transição energética. De acordo com análises de mercado, essa estratégia evidencia um consenso crescente entre as grandes empresas do setor: o petróleo continuará a ser um componente essencial para a lucratividade no médio prazo, mesmo diante das pressões regulatórias que estão sendo exercidas em diversas regiões.
Desafios e estratégias do setor global
Apesar de um ambiente desafiador para as commodities nesta semana, onde o preço do Brent (CCOM:OILBRENT) fechou em US$ 61,45 e o WTI (CCOM:OILCRUDE) a US$ 57,77, ambos registrando uma queda superior a 1%, o setor global demonstra sinais de que a busca por eficiência, a descoberta de novos campos de petróleo e o reequilíbrio estratégico continuarão a ser as diretrizes que nortearão as decisões de investimento até 2026.
A movimentação das gigantes internacionais do setor petrolífero sublinha que, mesmo em um ciclo de preços mais fracos, a concorrência por reservas e por projetos que ofereçam alta produtividade permanece intensa. Essa situação evidencia que o petróleo continua a ser um elemento central na matriz energética mundial nas próximas décadas.
A análise apresentada foi realizada pela ferramenta AI – – Intelligence. A AI é reconhecida como a principal fornecedora de análise financeira e pesquisas que utilizam tecnologias de Inteligência Artificial, disponível no mercado. É possível testar essa Inteligência Artificial da – gratuitamente.
Fonte: br.-.com