Projeções Financeiras e Operacionais da Latam para 2026
O Grupo Latam anunciou, na quarta-feira (3), suas projeções financeiras e operacionais para o ano de 2026. A companhia aérea planeja um aumento na capacidade de sua frota, medido em ASK (assentos-quilômetros oferecidos), entre 8% e 10%. O crescimento no mercado doméstico brasileiro deverá superar o das operações em outros países da região.
Crescimento no Mercado Doméstico e Internacional
Para o mercado local da filial brasileira, a Latam espera um crescimento na oferta de voos variando entre 6% e 8%. Em contrapartida, as operações domésticas nas afiliadas do Chile, Colômbia, Equador e Peru têm a previsão de aumento entre 5% e 7%. No âmbito internacional, a expectativa é de um incremento de 11% a 13%.
Perspectivas Financeiras
Do ponto de vista financeiro, o grupo é otimista quanto ao aumento do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), com previsões que variam entre US$ 4,2 bilhões e US$ 4,6 bilhões até 2026. Esse número representa um crescimento em relação à orientação para este ano, que varia de US$ 4 bilhões a US$ 4,1 bilhões. A companhia também prevê uma geração de fluxo de caixa alavancado superior a US$ 1,7 bilhão para o próximo ano.
Indicadores de Alavancagem e Liquidez
Em relação à alavancagem, a Latam espera que a relação líquida ajustada (dívida líquida total/Ebitda ajustado) se mantenha em ou abaixo de 1,4 vez. Além disso, a empresa projeta ter uma liquidez superior a US$ 5 bilhões ao final de 2026.
Custos Operacionais
No que tange aos custos, a companhia estima que o custo unitário ajustado das operações de passageiros, desconsiderando o combustível, fique entre 4,3 e 4,5 centavos.
Declaração do CEO
Roberto Alvo, CEO do Latam Airlines Group, comentou sobre as projeções: “As projeções operacionais e financeiras refletem o resultado do modelo de negócios único da Latam, que nos permite aspirar a obter resultados financeiros sólidos e sustentáveis ao longo do tempo. Olhando para o futuro, continuaremos trabalhando para manter nossa disciplina na execução e no controle de custos.”
Fonte: www.moneytimes.com.br


