O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) decidiu, na última terça-feira (11), aumentar o valor máximo de imóveis que podem ser financiados pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
Novas faixas de financiamento
As novas faixas de financiamento foram estabelecidas da seguinte forma:
- Grandes metrópoles com população acima de 750 mil habitantes: o valor máximo passou de R$ 264 mil para R$ 275 mil, representando um aumento de 4%.
- Metrópoles com população entre 100 mil e 300 mil habitantes: o valor máximo passou de R$ 225 mil para R$ 240 mil, resultando em um aumento de 7%.
- Capitais regionais com população entre 100 mil e 300 mil habitantes: o valor máximo subiu de R$ 220 mil para R$ 235 mil, também com um aumento de 7%.
Essas alterações beneficiam as pessoas que estão na faixa 1 (com renda mensal de até R$ 2.850) e na faixa 2 (com renda mensal entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700).
Conforme informado pelo governo federal, ao todo, 263 municípios serão contemplados com essas modificações. Para o ano de 2025, o Ministério das Cidades planeja a contratação de 660 mil unidades habitacionais.
Iniciativas de incentivo
Essa alteração é parte de um conjunto de ações do governo federal voltadas para o estímulo ao setor habitacional. Em outubro, por exemplo, o governo havia anunciado um novo modelo de crédito imobiliário com o objetivo de aumentar tanto a oferta quanto o acesso ao crédito habitacional, especialmente para a classe média.
É importante ressaltar que a medida apresentada em outubro difere da proposta aprovada pelo Conselho do FGTS nesta terça-feira (11), que se refere especificamente ao programa Minha Casa Minha Vida.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br