Pesquisa sobre Isenção do Imposto de Renda
Resultados da Pesquisa
Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira, revelou que 67% dos brasileiros afirmam não ter sido favorecidos pela isenção do imposto de renda (IR), uma medida instituída pelo governo Lula e que entrou em vigor em 2026. Por outro lado, 30% dos entrevistados disseram que foram beneficiados pela nova regra.
Detalhes da Isenção
A partir de 2026, os cidadãos que possuem uma renda mensal de até R$ 5 mil estão isentos do pagamento do imposto de renda. Aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7,5 mil estão sujeitos a uma alíquota reduzida.
Comparativo com Pesquisas Anteriores
A pesquisa da Genial/Quaest, realizada em fevereiro, indicou que menos de um terço da população se considera beneficiada pela referida medida. Em uma pesquisa anterior, conduzida em outubro de 2025 e também encomendada pela Genial, 61% dos participantes acreditavam que teriam vantagens com a ampliação da isenção do IR.
Análise Regional
Os dados mostram que os moradores da região Sul do Brasil foram os que mais reportaram benefícios em relação à isenção, totalizando 38%. Na sequência, estão os habitantes das regiões Centro-Oeste e Norte, ambos com 32%, seguidos pelos residentes do Sudeste, com 31%, e do Nordeste, que apresentaram 23% de declarações favoráveis.
Diferenças de Gênero
Em termos de gênero, 34% dos homens afirmaram ter sido beneficiados pela isenção, enquanto 27% das mulheres relataram ter recebido impactos positivos com a medida.
Faixa Etária
A faixa etária que mais declarou ter se beneficiado pela isenção do IR para rendimentos de até R$ 5 mil varia entre 35 e 60 anos ou mais, totalizando 32%. Entre os jovens de 16 a 34 anos, o percentual de beneficiários foi de 26%.
Nível de Escolaridade
No que diz respeito à escolaridade, a maior porcentagem de pessoas beneficiadas foi encontrada entre aqueles que completaram o ensino superior, atingindo 36%. A seguir, estão os indivíduos com ensino médio completo, com 30%, e os que apenas frequentaram o ensino fundamental, que representam 27%.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br