Jefferies reduz a meta de preço da Apple, prevê ‘mais desvantagens do que vantagens’ para a fabricante do iPhone.

Revisão do Posicionamento sobre a Apple

Analista Edison Lee, da Jefferies, adotou uma perspectiva ainda mais pessimista em relação à Apple. Recentemente, ele revisou seu preço-alvo para as ações da empresa, passando de US$ 205,16 para US$ 203,07 por ação. Lee classifica o desempenho das ações como "abaixo do esperado" e indicou que antecipa "mais desvantagens do que vantagens" para a Apple no futuro próximo. Seu novo preço-alvo sugere que as ações podem cair até 17% em relação ao preço de fechamento na última sexta-feira, que foi de US$ 245,27.

Desempenho das Ações e Valoração

As ações da Apple apresentaram uma redução de 2% até o momento neste ano. Apesar disso, Lee ressalta que a valoração da empresa ainda se mostra pouco atraente no nível atual. O analista aponta para várias pressões que podem impactar o desempenho da empresa.

Fatores Econômicos e Geopolíticos

Lee citou as tarifas como um dos principais obstáculos, afirmando que esses custos adicionais podem “retornar para assombrar a Apple”. Ele destacou que não apenas a atual isenção tarifária para smartphones pode ser revista, mas também que os riscos associados às incertezas no contexto tarifário entre os Estados Unidos e a Índia, assim como entre os Estados Unidos e a China, são frequentemente subestimados.

O analista observou que, após a recente imposição de tarifas adicionais de 100%, que agora se encontra em 30% sobre importações chinesas, a isenção de tarifas para smartphones chineses se torna incerta.

Produção e Demanda

Além disso, Lee expressou preocupação com a capacidade da China de atender a 100% da demanda dos Estados Unidos para os iPhones 17, como resultado da produção na Índia. Isso pode ser exacerbado pela pressão adicional do governo dos Estados Unidos, que pode exigir um aumento na fabricação de mais iPhones dentro do país, especialmente se a tensão entre EUA e China continuar a se intensificar.

Desempenho do iPhone 17

O analista acredita que as margens do iPhone 17 também poderão ser pressionadas por uma combinação de produto desfavorável e o aumento dos custos dos materiais. Lee comentou que "o impulso de vendas do iPhone 17 mostrou uma desaceleração adicional”. No início deste mês, ele já havia rebaixado a classificação da Apple para "abaixo do esperado", citando expectativas excessivamente otimistas em relação ao próximo modelo de iPhone da empresa.

Fonte: www.cnbc.com

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