Ações da Tesla Sofrem Queda
As ações da montadora norte-americana de carros elétricos Tesla (TSLA34) apresentaram uma desvalorização superior a 4% na terça-feira, dia 6 de dezembro. Essa queda ocorreu após o anúncio de Jensen Huang, presidente-executivo da Nvidia (NVDC34), sobre o lançamento de um novo conjunto de modelos e ferramentas de inteligência artificial voltadas para o setor automotivo, que serão disponibilizadas sob a forma de código aberto.
Perspectivas de Lançamento
A Tesla planeja expandir seus esforços relacionados ao lançamento de um serviço de robotáxi ao longo deste ano, além de iniciar a entrega de seu veículo autônomo chamado Cybercab. Até às 17h27 (horário de Brasília), as ações da montadora estavam cotadas a US$ 430,71, resultando em uma queda de 4,5%.
Parceria com a Nvidia
O Mercedes-Benz CLA 2025 será o primeiro veículo de produção a receber o conjunto completo de software de condução autônoma desenvolvido pela Nvidia, com entregas programadas para o primeiro trimestre nos Estados Unidos. A empresa confirmou que a plataforma DRIVE AV já está “em produção” e apresentou suas ferramentas como um “kit inicial” para a autonomia de Nível 4.
Comentários de Elon Musk
Elon Musk, CEO da Tesla, comentou que “talvez isso seja uma pressão competitiva sobre a Tesla em cinco ou seis anos”, insinuando que a concorrência poderá aumentar à medida que tecnologias semelhantes se tornem disponíveis no mercado.
Desafios no Mercado Europeu
Os dados do setor indicam que as vendas da Tesla na Alemanha caíram quase pela metade em dezembro em comparação ao mesmo mês do ano de 2024, conforme informações da agência de tráfego rodoviário alemã KBA. No Reino Unido, os registros de veículos da Tesla também mostraram uma queda superior a 29% no mesmo período, demonstrando desafios significativos para a marca em importantes mercados europeus.
Performance das Ações em 2025
Ainda assim, no acumulado do ano de 2025, as ações da Tesla mostraram uma valorização de 11,4%, refletindo as complexidades e volatilidades do seu desempenho no mercado financeiro.
Fonte: www.moneytimes.com.br