Petrobras (PETR4) e as principais empresas com altos dividendos em 2025

Distribuição de Dividendos da Petrobras em 2025

A Petrobras (PETR4) se destaca, com ampla margem, como a empresa que mais desembolsou dividendos e juros sobre capital próprio no ano de 2025, conforme informações da consultoria Elos Ayta.

Até setembro, a estatal de petróleo já repassou R$ 37,3 bilhões a seus acionistas. Esse montante, segundo a consultoria, ultrapassa somas distribuídas por diversas outras empresas do Ibovespa durante o mesmo período.

A Elos Ayta observa que, neste ano, 13 companhias listadas na B3 ultrapassaram a marca de R$ 3 bilhões em pagamentos, considerando os valores efetivamente desembolsados em 2025, mesmo que estes estejam relacionados a resultados de trimestres anteriores. Para a consultoria, essa dinâmica confirma um padrão recorrente no mercado brasileiro, onde setores tradicionais mantêm políticas robustas de remuneração, mesmo em cenários de juros altos.

Itaú e Vale na Segunda e Terceira Colocação

De acordo com a consultoria, o Itaú Unibanco (ITUB4) ocupa a segunda posição no ranking, com um total de R$ 28,2 bilhões repassados. A Vale (VALE3) segue em terceiro lugar, tendo distribuído R$ 19,4 bilhões durante o mesmo período. Esses números, segundo a Elos Ayta, reafirmam a força estrutural do setor bancário e a resiliência da mineradora em um ano caracterizado por maior volatilidade nos preços das commodities.

Companhias com Desembolsos Significativos

A consultoria também identificou um grupo de seis companhias que fizeram desembolsos superiores a R$ 1 bilhão em cada trimestre de 2025. Esse grupo inclui: Petrobras, Ambev, Bradesco, Banco do Brasil, Axia Energia e Santander Brasil. A Elos Ayta ressalta que essa combinação reúne setores tradicionais junto a segmentos sustentados por tendências estruturais, como o setor de energia.

Além disso, a consultoria destaca que o setor bancário abriga cinco das 13 empresas que superaram a marca de R$ 3 bilhões em distribuições no ano. Essas empresas incluem Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BTG Pactual.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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