PGR rejeita proposta de delação de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB

PGR rejeita proposta de delação de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB

by Ricardo Almeida
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Rejeição da Delação Premiada por parte da PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou, nesta quinta-feira, 25, o pedido de delação premiada apresentado pela defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB).

Motivos da Rejeição

O ex-executivo manifestou interesse em fornecer informações sobre as negociações com o Banco Master, que estão sob investigação na Operação Compliance Zero e em outros inquéritos correntes. Após a análise do pedido, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que a proposta da defesa apresentava “reduzida utilidade e débil eficácia potencial” para os objetivos relacionados a uma colaboração premiada.

Situação Atual de Paulo Henrique Costa

Paulo Henrique Costa encontra-se detido desde 16 de abril, quando foi preso durante a quarta fase da Operação Compliance Zero, uma operação cujas investigações estão sob responsabilidade da Polícia Federal. De acordo com os investigadores, existem indícios de que ele teria recebido pelo menos seis imóveis, avaliados em aproximadamente R$ 146 milhões, do empresário Daniel Vorcaro, que é o proprietário do Banco Master. Esses imóveis seriam oferecidos como contrapartida a supostos favores que envolviam a autorização ou facilitação de operações ilícitas associadas ao Banco Master.

Nota da Defesa

A defesa de Paulo Henrique Costa expressou surpresa com a decisão negativa da PGR. Eles enfatizam que o ex-executivo nunca foi ouvido durante o inquérito—exceto em uma acareação sem interrogatório anterior—e que não houve qualquer audiência com a PGR, o que seria esperado para um candidato à colaboração. A defesa critica a afirmação de que Paulo Henrique não admitiria responsabilidade nos fatos sob investigação. Eles informaram que, assim que tiverem acesso aos fundamentos que levaram à rejeição do pedido, poderão se manifestar com mais clareza.

Contenção da Defesa

Em uma declaração, a defesa reiterou os seguintes pontos:

“A defesa de Paulo Henrique Costa recebe com surpresa a rejeição da PGR. Paulo nunca foi ouvido: nem no inquérito (salvo por uma acareação sem interrogatório prévio), nem pela PGR, como conviria em caso de candidato à colaboração; nem solto, nem depois de preso. Assim, não se pode compreender a afirmação de que não admitiria responsabilidade nos fatos em apuração. Tão logo tenha acesso aos fundamentos da rejeição, a defesa poderá se manifestar com maior clareza.”

Transmissão de Notícias e Acompanhamento

Para mais informações sobre o caso, os interessados podem acompanhar as atualizações em diversos canais.

Fonte: timesbrasil.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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