Setor de cartões deve movimentar R$ 4,5 trilhões em 2025, revela Abecs

Movimentação de Cartões no Brasil em 2025

As transações com cartões no Brasil apresentaram uma movimentação de R$ 4,5 trilhões em 2025, o que representa um crescimento de 10,1% em comparação ao ano anterior, 2024. Essa informação foi divulgada na última quarta-feira (11) pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). O crescimento observado está alinhado com as projeções que a associação havia fornecido no início do ano.

Desempenho dos Produtos do Setor

Dentre os produtos disponíveis no setor, o cartão de crédito teve um desempenho significativo, com uma elevação de 14,5%, totalizando R$ 3,1 trilhões. Por outro lado, o valor transacionado em cartões de débito apresentou um aumento mais modesto, de apenas 0,2%, alcançando R$ 1 trilhão. O cartão pré-pago também mostrou um crescimento, subindo 4,4% e atingindo R$ 397 bilhões.

Volume de Transações

Em 2025, foram registradas 48,1 bilhões de transações com cartões, evidenciando uma expansão de 5,4% em relação ao ano anterior, 2024.

Desempenho no 4º Trimestre de 2025

Movimentação no Quarto Trimestre

O setor de cartões movimentou R$ 1,2 trilhão no Brasil durante o quarto trimestre de 2025, conforme informações da Abecs. Este resultado representa um aumento de 9,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Cartão de Crédito e Débito

Novamente, o cartão de crédito foi o grande responsável pela maior parte do valor transacionado no período, atingindo R$ 870,9 bilhões, o que equivale a um avanço de 13,5% em base anual. Em contraste, os cartões de débito apresentaram uma queda de 1%, somando R$ 268 bilhões. O cartão pré-pago, por sua vez, teve um aumento de 4,5%, totalizando R$ 108,5 bilhões.

Análise do Presidente da Abecs

Durante uma coletiva de imprensa destinada à apresentação do balanço do setor, o presidente da Abecs, Giancarlo Greco, classificou o desempenho do setor como "impressionante". No entanto, ele ressaltou uma mutação no perfil de consumo que ocorreu nos últimos anos durante a temporada de compras que se concentra no final do ano. Greco mencionou que houve uma mudança na diluição dos gastos, que agora tendem a se estender também pelo final do terceiro trimestre, o que indica uma nova dinâmica de consumo nesse período festivo.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

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