Taxa de Desemprego no Brasil: PNAD Revela 5,4% e 5,9 Milhões de Pessoas Desempregadas

Taxa de Desemprego no Brasil

A taxa de desemprego no Brasil se manteve em 5,4% durante o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, conforme divulgado na PNAD Contínua Mensal nesta quinta-feira (05/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado é igual ao observado no trimestre encerrado em outubro de 2025, quando o indicador também registrou 5,4%.

Comparação Anual

Em uma análise anual, o mercado de trabalho apresenta uma evolução significativa. Entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, a taxa de desemprego era de 6,5%, indicando uma queda de 1,1 ponto percentual em um período de um ano. Esse movimento sugere a manutenção de um ambiente de trabalho relativamente aquecido, apesar da ausência de crescimento em comparação com o trimestre anterior.

Desemprego e População

Conforme os dados da pesquisa, havia 5,9 milhões de pessoas desocupadas no trimestre que se encerrou em janeiro. Esse número se manteve estável em relação ao trimestre anterior, mas apresentou uma queda de 17,1% na comparação anual. Isso representa 1,2 milhão de pessoas desocupadas a menos em relação ao mesmo período do ano passado.

A população ocupada, por sua vez, atingiu 102,7 milhões de pessoas. Esse total se manteve estável na comparação trimestral. No entanto, na comparação anual, houve um aumento de 1,7%, correspondente a 1,7 milhão de pessoas a mais no mercado de trabalho.

Nível de Ocupação

O nível de ocupação, que mede a proporção de pessoas empregadas em relação à população em idade de trabalhar, ficou em 58,7%. Esse valor é praticamente estável em comparação ao trimestre anterior, que registrou 58,8%, e superior ao índice de um ano atrás, que era de 58,2%.

Rendimentos e Massa Salarial

O rendimento real habitual de todas as ocupações foi estimado em R$ 3.652. Esse indicador apresentou um aumento de 2,8% na comparação trimestral e um crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de rendimento real habitual, que se refere ao total de rendimentos pagos aos trabalhadores, alcançou R$ 370,3 bilhões. No trimestre, houve um crescimento de 2,9%, equivalente a R$ 10,5 bilhões, enquanto que na comparação anual, o aumento foi de 7,3%, ou seja, R$ 25,1 bilhões a mais.

Fonte: br.-.com

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