TCU libera acesso da CAE do Senado a informações confidenciais sobre o caso Master

Compartilhamento de Informações pelo TCU

O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou, nesta quarta-feira, dia 11, o compartilhamento completo de informações e documentos relacionados ao caso Master com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Este colegiado do Senado Federal terá acesso, inclusive, a dados que são considerados sigilosos. Ademais, o Tribunal também aprovou a concessão de serviço de assessoria para apoiar os trabalhos da CAE.

Presidência da CAE e Importância das Informações

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) ocupa a presidência da CAE, e a disponibilização das informações sobre o caso Master tem como objetivo subsidiar a análise realizada por este colegiado, que atua na área econômica do Senado. Estão sendo compartilhados tanto documentos quanto informações sobre a atuação da Corte de Contas neste caso específico.

Recomendações para Preservação de Sigilo

O TCU recomendou a adoção de medidas para a preservação dos procedimentos referentes às informações sigilosas que serão compartilhadas. Segundo essa recomendação, os dados sensíveis devem ser registrados com a inclusão de uma marca d’água, que indicará a necessidade de manter o sigilo pela Comissão Legislativa.

Obrigações de Confidencialidade

Conforme estabelecido pela previsão regimental, aqueles que obtiverem acesso às informações sigilosas têm a responsabilidade de preservar a confidencialidade dessas informações. O descumprimento dessa obrigação pode acarretar sanções legais cabíveis.

Pedido de Impedimento e Suspeição do Relator

Em outra parte da sessão realizada nesta quarta-feira no TCU, foi votado um pedido de impedimento e suspeição do ministro Jhonatan de Jesus, que é o relator do processo de fiscalização relacionado à intervenção do Banco Central nos procedimentos que resultaram na liquidação do Banco Master. O TCU decidiu negar essa solicitação.

Origem do Pedido Negado

O pedido que foi negado tinha sido apresentado por entidades como o Instituto José do Patrocínio, o Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA) e o Instituto Afrobrasileiro de Ensino Superior.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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