TIM (TIMS3) fecha parceria com a American Tower para impulsionar sua rede móvel; saiba mais.

Acordo entre TIM Brasil e American Tower

A TIM Brasil (TIMS3) informou ao mercado, através de um comunicado divulgado na noite de quarta-feira, dia 21, sobre a celebração de um novo acordo com a American Tower. O objetivo desta parceria é promover a sustentabilidade e a evolução da rede móvel da empresa.

De acordo com o documento liberado, o conselho de administração da TIM aprovou a reorganização da colaboração existente entre as duas empresas. Essa reorganização resulta na consolidação de todos os contratos previamente estabelecidos em um único acordo, que terá vigência até 2034.

O referido acordo abrange toda a infraestrutura de torres que compõe a relação atual entre a TIM e a American Tower, totalizando cerca de 9.000 torres. Este número representa aproximadamente 30% da infraestrutura total da TIM.

A TIM destaca que essa iniciativa é um passo significativo na construção de um relacionamento de longo prazo entre a empresa e a ATC, enfatizando o compromisso contínuo da companhia com a eficiência operacional, simplificação da governança e evolução sustentável de sua rede.

Adicionalmente, o acordo está alinhado ao Plano de Eficiência de Arrendamentos da TIM, uma informação que foi divulgada ao longo dos últimos trimestres. Essa colaboração contribuirá para o cumprimento dos objetivos e metas do plano estratégico da companhia.

Entre os principais benefícios que decorrem dessa negociação, a TIM ressalta a atualização e o alinhamento das cláusulas contratuais conforme as condições atuais do mercado. Essa ação proporcionará uma maior sustentabilidade e previsibilidade em relação às despesas.

Reavaliação das ações da TIM pelo Citi

Em um relatório publicado nesta semana, o Citi rebaixou a recomendação das ações da TIM, alterando de compra para neutra. O banco também reduziu o preço-alvo para os próximos 12 meses, atualizando suas previsões para o setor de telecomunicações.

O novo preço-alvo foi reduzido de R$ 27 para R$ 25.

Os analistas do Citi, André Cardona, Leandro Bastos, Luiz Felipe e Renan Prata, comentaram que, embora tenham mantido uma visão otimista em relação à TIM por um período considerável, agora observam que houve mudanças nas condições que justificam essa visão menos positiva. Inicialmente, a TIM era considerada um meio mais adequado para capturar tendências favoráveis no segmento móvel após a consolidação do setor, além disso, havia expectativas mais robustas para o crescimento do fluxo de caixa e uma valuation mais atrativa.

Entretanto, a equipe destacou que dados recentes comprovam que a competição no segmento móvel se tornou mais acirrada. Assim, surgem “ventos contrários de portabilidade” e a continuidade da diluição de participação das operadoras tradicionais no mercado pós-pago.

Os analistas também ressaltam que a recente valorização das ações da TIM foi impulsionada, majoritariamente, pela expansão de múltiplos, o que, segundo eles, deteriorou a relação de risco-retorno levando em consideração a valuation.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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