Anúncio de Reserva de Minerais Críticos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dirigiu-se à imprensa para discutir a criação de uma reserva de minerais críticos, com um financiamento inicial de 12 bilhões de dólares. Esta iniciativa visa reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação à China para a obtenção de terras raras e outros recursos. O anúncio ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, no dia 2 de fevereiro de 2026.
Reação do Mercado
As mineradoras de terras raras listadas nos Estados Unidos apresentaram um aumento significativo nas negociações pré-mercado na terça-feira, após o anúncio de Trump sobre a reserva de minerais críticos.
- Critical Metals: Avanço de 6,3%
- USA Rare Earth: Alta de 4,7%
- MP Materials: Crescimento de quase 4%
- Energy Fuels: Aumento de 3,6%
- Idaho Strategic Resources: Elevação de 6,2%
Esses aumentos no valor das ações seguem a divulgação, na segunda-feira, dos detalhes do Projeto Vault, uma iniciativa inédita para a criação de uma reserva estratégica de minerais para o setor privado dos EUA.
Estrutura do Projeto Vault
De acordo com um oficial da Casa Branca, o plano inclui a captação de 1,67 bilhão de dólares em capital privado, além de um empréstimo de 10 bilhões de dólares do Banco de Exportação e Importação dos EUA.
Contexto Global
Atualmente, a China se destaca como a líder indiscutível na cadeia de suprimentos de minerais críticos, sendo responsável por quase 60% da mineração de terras raras no mundo e mais de 90% da fabricação de ímãs.
Importância dos Minerais Raros
Os minerais raros representam um subconjunto de minerais críticos e se referem a 17 elementos da tabela periódica que possuem uma estrutura atômica que confere propriedades magnéticas especiais. Esses materiais são componentes vitais para uma ampla gama de tecnologias modernas, abrangendo desde eletrônicos comuns, como smartphones, até veículos elétricos e equipamentos militares.
Esta é uma notícia em desenvolvimento. Por favor, atualize para mais informações.
— Reportagem de Yun Li, da CNBC.
Fonte: www.cnbc.com