Tarifa e Decisão da Suprema Corte
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que as tarifas impostas por seu governo "poderiam ser mais altas", afirmando que a Casa Branca tem sido "muito gentil nesse aspecto". Durante uma reunião de gabinete, ele manifestou sua expectativa pela decisão da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade dessas medidas e expressou confiança em um resultado favorável. "Ainda estamos esperando a decisão da Suprema Corte sobre tarifas, mas acredito que teremos vitória nesse caso. É um assunto muito importante para o nosso país", ressaltou Trump.
Análise da Suprema Corte
A Corte está avaliando o tema há quase três meses, tendo realizado uma audiência acelerada a pedido do governo, que justificou a urgência por ser este um pilar central da agenda econômica de Trump. Apesar da rapidez inicial, o julgamento ainda não tem uma data definida para sua conclusão. Especialistas indicam que o prazo atual se aproxima do padrão histórico da instituição e pode indicar divergências internas ou a necessidade de elaboração de votos dissidentes.
Discurso de Defesa das Tarifas
Enquanto o Supremo analisa a questão, Trump continua a defender as tarifas e sugere que poderia ampliar o alcance das medidas, aumentando a pressão política em torno do julgamento. O caso aborda questões delicadas sobre a separação de poderes e poderá estabelecer limites para a autoridade do Executivo em impor tarifas de maneira unilateral.
Iniciativas do Governo
Durante a reunião, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, informou que cerca de um milhão de pessoas já se inscreveram nas chamadas "Trump Accounts", uma iniciativa do governo que visa criar contas individuais com incentivos fiscais voltadas para famílias americanas. Bessent explicou que o objetivo da proposta é aproximar o mercado financeiro da economia real.
Projeções Econômicas
Bessent também fez uma avaliação sobre o futuro econômico dos Estados Unidos, prevendo que o ano de 2026 será marcado por um crescimento "impulsionado pela oferta". Ele também comentou que os principais indicadores de inflação "indicam uma tendência de queda", alinhando-se à narrativa da Casa Branca de que a política econômica atualmente em vigor promove um ambiente que permite expansão econômica sem gerar pressões inflacionárias significativas.
Com informações da Associated Press
Fonte: www.cnnbrasil.com.br