Medidas Alternativas do Governo
O diretor do Conselho Econômico Nacional, Kevin Hassett, afirmou na sexta-feira que a Casa Branca pode recorrer a medidas alternativas caso a Suprema Corte decida contra o uso de poderes de emergência pelo presidente Donald Trump para impor tarifas abrangentes.
Hassett discutiu o assunto durante uma entrevista no programa "Squawk on the Street", da CNBC. Ele mencionou uma reunião importante que ocorreu na noite anterior, na qual todos os principais envolvidos estavam presentes para discutir as possíveis ações a serem tomadas se a Suprema Corte se pronunciasse contra a tarifa do IEEPA, sigla para a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
Autoridades Legais em Tempo Hábil
Ele declarou: "Existem muitas outras autoridades legais que podem reproduzir os acordos que realizamos com os outros países e podem fazer isso basicamente de forma imediata. E a nossa expectativa é que vamos vencer. Se não vencermos, então sabemos que temos outras ferramentas que podemos utilizar para alcançarmos o mesmo resultado."
Planejamento Contingencial
Além disso, Hassett revelou que o representante comercial dos Estados Unidos, Jameson Greer, tem participado ativamente na elaboração de planos de contingência. Até o momento, o debate em torno das tarifas impostas por Trump ainda não teve uma resolução definitiva.
Expectativa da Suprema Corte
Na última sexta-feira, a Suprema Corte teve o seu primeiro dia de decisões de 2026, mas não houve uma decisão sobre a legalidade das tarifas do presidente Trump, deixando a questão pendente para futuras discussões.
Futuro de Hassett no Governo
Hassett também é um dos finalistas para o cargo de presidente do Federal Reserve, conforme Trump está se aproximando de uma decisão sobre o sucessor de Jerome Powell, quem atualmente ocupa o cargo e cuja gestão se encerra em maio.
Em relação a essa possível mudança em sua carreira, ele comentou: "Estou realmente satisfeito com o trabalho que tenho aqui. Vamos ver o que o presidente pensa sobre onde eu deveria estar."
Fonte: www.cnbc.com