Escândalo do Banco Master e sua Repercussão
Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest e divulgada nesta quarta-feira, dia 13, apresenta um aumento na percepção da população sobre os impactos negativos causados pelo escândalo do Banco Master. Para 46% dos entrevistados, existem várias instituições e líderes que foram afetados, abrangendo o governo, o Congresso e o Judiciário. Esta percepção cresceu em relação ao levantamento anterior, realizado em março, quando 40% dos entrevistados tinham essa visão.
Impactos Percebidos
Os grupos que os participantes consideram mais negativamente afetados são:
- Governo Lula: 11%
- STF/Judiciário: 10%
- Governo anterior a Bolsonaro: 9%
- Banco Central: 7%
- Congresso: 2%
- Nenhum deles: 1%
- Não souberam/Não responderam: 14%
Envolvimento de Ciro Nogueira
A pesquisa também indicou um certo desconhecimento sobre o envolvimento do senador e presidente nacional do Partido Progressista (PP), Ciro Nogueira, em relação ao caso do Banco Master. Ciro Nogueira foi alvo de uma operação de busca e apreensão na quinta-feira, dia 7, como parte da quinta fase da Operação Compliance Zero. Esta operação visa investigar supostas fraudes na instituição financeira que foi liquidada pelo Banco Central.
Nível de Conhecimento Sobre as Investigações
Dos entrevistados, 46% afirmaram ter conhecimento sobre as investigações relacionadas ao senador, enquanto 54% declararam não ter ciência do assunto.
Rejeição de Jorge Messias no Senado
Outro fato de destaque na pesquisa foi a rejeição pelo Senado do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Apenas 39% dos participantes souberam da rejeição, enquanto 61% afirmaram desconhecer a situação. Apesar disso, 38% dos entrevistados aprovaram a rejeição, 35% desaprovaram e 27% não responderam ou não souberam opinar.
Metodologia da Pesquisa
A pesquisa foi realizada com 2.004 eleitores consultados presencialmente entre a sexta-feira, dia 8, e a segunda-feira, dia 11. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, tanto para mais quanto para menos, com um índice de confiança de 95%. A pesquisa possui o registro BR-03598/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Fonte: www.moneytimes.com.br


