5 coisas que você precisa saber antes da abertura do mercado de ações na sexta-feira

5 coisas que você precisa saber antes da abertura do mercado de ações na sexta-feira

by Patrícia Moreira
0 comentários

1. Disrupções no Mercado

O comércio de futuros em ações foi interrompido nesta manhã devido a um “problema de resfriamento” em um centro de dados, o que afetou diversos serviços da Chicago Mercantile Exchange. Enquanto isso, as ações individuais ainda estavam negociando antes da abertura do mercado. A CME anunciou que a negociação de futuros e opções abriria totalmente às 8h30. Acompanhe as atualizações do mercado em tempo real aqui.

O mercado de ações apresentou uma recuperação durante a semana de negociações encurtada devido ao feriado. No entanto, os três principais índices ainda estão projetados para fechar o mês de novembro – que termina com o toque do sino de hoje – em queda. O Dow e o S&P 500 estão prestes a interromper uma sequência de vitórias de seis meses, enquanto o Nasdaq Composite está a caminho de registrar seu primeiro mês negativo em oito.

A sessão de negociações de hoje terminará mais cedo, às 13h ET.

2. Compras e Desafios no Varejo

O Black Friday costumava ser considerado o maior dia de compras presenciais do ano, atraindo multidões às lojas em busca de ofertas. Embora milhões ainda sejam esperados para participar do evento, a magnitude da ocasião não é mais a mesma.

Veja o que é importante saber:

  • Nos últimos seis anos, as vendas online superaram os gastos em lojas físicas no Black Friday. Os dados mostram que o tráfego de consumidores nas lojas tem se mantido em grande parte estável ao longo dos anos.
  • Independente do local das compras, os consumidores demonstram ceticismo sobre a obtenção das melhores ofertas.
  • Conforme relatado por Gabrielle Fonrouge, jornalista da CNBC, essa mudança de comportamento resultou em uma alteração nas estratégias de muitas das maiores marcas do setor varejista. Algumas começaram a oferecer suas vendas de fim de ano mais cedo na temporada, enquanto outras estão espaçando suas promoções.
  • A Deloitte revelou que o consumidor médio gastará aproximadamente $622 entre os dias 27 de novembro e 1 de dezembro, uma diminuição de 4% em relação ao ano anterior.
  • Embora a atratividade desse dia de ofertas diminua, a AT&T constatou que a geração Z é a que mais participa, enquanto seus colegas mais velhos costumam realizar suas compras mais perto do Natal.

3. Retorno do AI

A Alphabet tem se destacado como uma exceção notável ao recente declínio no setor de tecnologia. As ações da empresa mãe do Google dispararam mais de 13% neste mês, à medida que Wall Street a vê como líder em inteligência artificial (AI).

A Alphabet deu início ao mês anunciando suas mais recentes unidades de processamento tensorial, conhecidas como TPUs, chamadas Ironwood. Na semana passada, a empresa lançou seu mais novo modelo de AI, chamado Gemini 3, que atraiu a atenção positiva de influentes do Vale do Silício.

Atualmente, as ações estão valorizadas em quase 70% neste ano, tornando-se a melhor performer no setor de tecnologia de grande capitalização. Entretanto, especialistas afirmaram a jornalista da CNBC, Jennifer Elias, que a liderança da Alphabet no competitivo mercado de AI é marginal e pode ser difícil de manter.

4. Rivalidades Tecnológicas

A corrida em inteligência artificial entre a Alphabet e a Nvidia não é a única rivalidade tecnológica que se intensificou nos últimos dias.

A Alibaba anunciou planos de lançar um par de óculos inteligentes movidos por seus modelos de AI. Os Quark AI Glasses representam a primeira incursão da Alibaba na categoria de produtos de óculos inteligentes.

A competição se acirra com a venda dos óculos inteligentes da Meta, que foram revelados em parceria com a Ray-Ban em setembro.

Além disso, a Counterpoint Research descobriu que a Apple deve despachar mais smartphones do que a Samsung este ano, pela primeira vez em 14 anos. A Apple está também projetada para ostentar uma participação de mercado maior, impulsionada pelas vendas robustas do iPhone 17.

5. De Seul a Los Angeles

Os consumidores americanos estão cada vez mais voltando sua atenção para a Coreia do Sul em busca de cosméticos. A NielsenIQ identificou que as vendas de produtos conhecidos como “K-beauty” nos Estados Unidos devem aumentar mais de 37% este ano, superando $2 bilhões.

Varejistas que vão desde centros de beleza, como Ulta e Sephora, até grandes redes como Walmart e Costco estão capitalizando essa tendência. Além disso, a Olive Young — conhecida como o “Sephora de Seul” — abrirá sua primeira loja nos Estados Unidos, em Los Angeles, no próximo ano.

O Dividend Daily

Aqui estão algumas histórias que merecem sua atenção ao longo do fim de semana:

A reportagem contou com contribuições de Chloe Taylor, Gabrielle Fonrouge, Laya Neelakandan, Jessica Dickler, Sarah Min, Sean Conlon, Jennifer Elias, Arjun Kharpal e Luke Fountain. Josephine Rozzelle editou esta edição.

Fonte: www.cnbc.com

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

Você pode se interessar

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Aceitar Leia Mais

Privacy & Cookies Policy