iPhone 17 Pro, WEG (WEGE3) em seu nível mais baixo e competição com os Correios; confira as matérias mais acessadas da semana.

iPhone 17 Pro, WEG (WEGE3) em seu nível mais baixo e competição com os Correios; confira as matérias mais acessadas da semana.

by Ricardo Almeida
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Relatos sobre problemas relacionados ao iPhone 17 Pro, análises sobre as perspectivas da WEG (WEGE3) e uma disputa judicial do Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) contra os Correios foram alguns dos conteúdos mais acessados na plataforma Money Times na última semana.

Confira abaixo as principais matérias.

iPhone 17 Pro e Pro Max: os 5 problemas que já incomodam os usuários

O lançamento do iPhone 17 Pro e do iPhone 17 Pro Max, com preços a partir de R$ 11,5 mil no Brasil, trouxe inovações significativas, como um novo design, câmeras com capacidade de zoom óptico de até 16x e baterias de maior duração. Entretanto, como já se tornou comum nos lançamentos da Apple, surgiram relatos de falhas logo após a disponibilização dos modelos.

Um dos principais pontos de discussão envolve o acabamento dos dispositivos. Nos modelos 17 Pro e 17 Air, a Apple decidiu não utilizar titânio, optando por um chassi elaborado com alumínio aeroespacial forjado a quente. Esta escolha prometia uma durabilidade superior, mas, na prática, resultou na aparição de arranhões e lascas visíveis já nos primeiros dias de uso, especialmente nas versões com tonalidades mais escuras.

Testes realizados por empresas como iFixit e JerryRigEverything corroboram as críticas, destacando que a ausência de um chanfro no módulo da câmera aumenta a vulnerabilidade dessa área. A Apple se defendeu, afirmando que se trata de alumínio anodizado, o mesmo utilizado em MacBooks, e ressaltou que pequenos danos são parte do desgaste natural previsto nos produtos. Para mais informações, clique aqui.

WEG na mínima: Analistas cortam preço-alvo em até R$ 13

Apesar do Ibovespa ter subido mais de 20% em 2023 e atingido máximas históricas, a WEG não acompanhou esse crescimento, apresentando uma queda acumulada de 32% ao longo do ano. Surge, então, a dúvida se essa desvalorização representa uma oportunidade de investimento em uma empresa considerada robusta.

No entanto, essa perspectiva não é compartilhada pelos analistas financeiros. Nesta semana, pelo menos três instituições revisaram suas estimativas sobre as ações da empresa. O Bradesco BBI reduziu o preço-alvo de R$ 50 para R$ 44, mantendo a recomendação neutra. O Citi foi mais pessimista, cortando o preço-alvo de R$ 53 para R$ 40 e rebaixando a recomendação de compra para neutra. O Itaú BBA também fez ajustes para baixo nas suas previsões. Para mais detalhes, clique aqui.

Por que o Brasil produz menos carne que os EUA mesmo com mais que o dobro do gado?

O Brasil, que possui o segundo maior rebanho bovino do mundo, com aproximadamente 238,2 milhões de cabeças, alcançou a produção de 10,91 milhões de toneladas de carne bovina em 2024. Embora esse número represente um recorde para o país, ele ainda é inferior à produção dos Estados Unidos, que, com um rebanho de 86,7 milhões de cabeças, conseguiu produzir entre 11,6 e 12,3 milhões de toneladas de carne.

A diferença na produção entre os dois países pode ser atribuída à produtividade. Nos Estados Unidos, existem dois indicadores que destacam a pecuária local em comparação à brasileira: o peso da carcaça, que é maior, e a taxa de desfrute do rebanho, que mede a proporção entre os abates e o tamanho total do rebanho. Para mais informações, clique aqui.

Americanas (AMER3) aceita proposta para aquisição da Uni.Co por R$ 152,9 milhões

A Americanas (AMER3), que está passando por um processo de recuperação judicial, anunciou que aceitou a proposta da BandUP! para a aquisição da Uni.Co, empresa que possui marcas conhecidas como Imaginarium e Puket.

O acordo estabelece um valor base de R$ 152,9 milhões, considerando a avaliação da empresa em R$ 180 milhões. Desse total, R$ 20 milhões serão pagos à vista na finalização do negócio, enquanto o restante será quitado em cinco parcelas anuais, as quais serão corrigidas pelo CDI, após os ajustes referentes a dívidas e capital de giro. Para mais informações, clique aqui.

Fundo imobiliário entra na Justiça contra os Correios

O fundo imobiliário Tellus Rio Bravo Renda Logística ajuizou uma ação judicial contra os Correios, questionando a rescisão antecipada do contrato de locação do Centro Logístico Contagem, situado em Minas Gerais.

A ação, protocolada em 26 de setembro na Justiça Federal em Brasília, busca a declaração de nulidade do ato administrativo que permitiu a rescisão sem aplicação de multa, além de exigir que a estatal seja condenada ao pagamento de R$ 306 milhões. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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