Guggenheim eleva a classificação da Microsoft, destacando oportunidade de monetização da IA no Office

Guggenheim eleva a classificação da Microsoft, destacando oportunidade de monetização da IA no Office

by Patrícia Moreira
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Perspectivas Positivas para a Microsoft

A Guggenheim apresenta diversas razões para manter uma postura otimista em relação à Microsoft. O banco de investimentos elevou a classificação das ações da gigante da tecnologia, parte do grupo conhecido como "Magnificent Seven", de neutra para compra. O analista John DiFucci estabeleceu um novo preço-alvo de US$ 586 por ação. Neste ano, as ações da Microsoft já acumularam uma valorização de 24%. O novo preço-alvo representa um potencial de crescimento de 12% em relação ao preço de fechamento das ações de sexta-feira, que foi de US$ 523,61.

Avaliação da Microsoft

DiFucci alertou que a avaliação da Microsoft não é considerada barata nos níveis atuais e pode nunca atingir um patamar que seja visto como acessível. Contudo, ele justificou essa avaliação ao citar a força do negócio da empresa, ressaltando que "monótono é bonito" no que diz respeito ao Windows. O analista classificou a Microsoft como uma ação de baixo risco, o que, segundo ele, se deve à gestão excepcional de dois quase monopólios, aliados a um líder visionário que tem feito a diferença. "A síntese aqui é que o lucrativo negócio do Windows tende a ser grandemente subestimado no futuro, o que deve ajudar a amortecer qualquer pressão nos lucros diante do aumento das receitas de margens menores do Azure", comentou DiFucci.

Potencial do Azure e Microsoft 365

O analista destacou o Azure, a plataforma de computação em nuvem da Microsoft, como uma beneficiária evidente da inteligência artificial (IA). Ele elogiou especificamente a natureza recorrente de seu modelo de consumo, o qual acredita funcionar de maneira semelhante a um serviço de assinatura, atuando como um motor de crescimento da receita para o futuro. Contudo, DiFucci considera que o Microsoft 365, o pacote de software de produtividade da empresa, deve ser visto como uma beneficiária de IA menos óbvia.

"Acreditamos que a Microsoft se tornará uma fornecedora única de aplicações que pode monetizar a IA diretamente, cobrando mais com base em sua posição monopolista no Office", afirmou DiFucci. "Embora tenhamos discordado das expectativas excessivamente otimistas em relação aos benefícios do Copilot, antecipados por muitos na comunidade de investimentos logo após seu lançamento, sempre acreditamos que o M365 representaria uma oportunidade material para adicionar receita incremental e lucro, além do domínio da Microsoft no mercado de suíte de produtividade", completou.

Resistência a Desafios

O analista ainda observou que os "negócios ricos em margens" da Microsoft, como o Windows e o Microsoft 365, devem continuar a fornecer uma proteção contra eventuais dificuldades no atual ciclo de investimentos.

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Fonte: www.cnbc.com

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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