Golpes na Compra e Venda de Celulares
Prejuízo Estimado
Uma pesquisa realizada pela OLX, que se destaca como o maior marketplace de classificados de produtos usados do Brasil, revelou que os golpes relacionados à compra e venda de celulares ocasionaram um prejuízo estimado em 10,5 milhões de reais aos consumidores paulistas durante o primeiro semestre de 2025. Este valor representa uma diminuição de 46% em comparação ao mesmo período do ano anterior. As fraudes mais frequentes incluem a invasão de conta, com 53% das ocorrências, o falso pagamento, representando 42%, e o anúncio falso, que corresponde a 3%.
Modelos Mais Visados
Os modelos de iPhone continuam sendo os mais atraentes para os golpistas, com uma incidência de 77%. Na sequência, estão os aparelhos da marca Samsung, com 14%, e da Xiaomi, com 3%.
Ranking Estadual de Ocorrências
Capital Paulista
A cidade de São Paulo mantém a liderança no ranking de ocorrências de fraudes, registrando 42,9% dos casos. No mesmo período do ano passado, essa porcentagem era de 35,2%.
Cidades com Maior Número de Fraudes
Além da capital, as cidades de Guarulhos, Santos, Santo André e Sorocaba também figuram entre as que registram o maior número de fraudes no estado. Os dados são os seguintes:
- Guarulhos: 4%
- Santos: 2,7%
- Santo André: 2,5%
- Sorocaba: 2,2%
O estado de São Paulo é, portanto, o que enfrenta as maiores perdas financeiras em decorrência de fraudes no setor de celulares, seguido pelos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
Impacto Nacional
Total de Prejuízos
No panorama nacional, estima-se que, entre janeiro e junho de 2025, os brasileiros tenham registrado perdas totalizando R$ 32,2 milhões devido a golpes relacionados à compra e venda de celulares. Esse valor representa uma redução significativa de 49% em relação aos mesmos meses no ano de 2024.
Análise do Mercado Digital
A pesquisa realizada considerou dados referentes ao mercado digital brasileiro, abarcando diversas plataformas como sites de compra e venda, aplicativos e contas digitais, com uma comparação dos dados coletados de janeiro a junho dos anos de 2025 e 2024.
Fonte: veja.abril.com.br


