Fluxo Cambial em 2026
O fluxo cambial apresenta um saldo positivo de US$ 6,556 bilhões acumulado até o dia 13 de fevereiro de 2026. Esses dados preliminares foram divulgados pelo Banco Central (BC) na quarta-feira, dia 19.
O canal financeiro registrou entradas líquidas de US$ 6,041 bilhões. Em contrapartida, o fluxo comercial também mostra um resultado positivo, totalizando US$ 514 milhões até o momento neste ano.
Detalhes do Segmento Financeiro
No segmento financeiro, foram registradas compras que somam US$ 91,038 bilhões, enquanto as vendas totalizam US$ 84,996 bilhões no período em análise. Este canal inclui uma variedade de operações, como investimentos diretos e em carteira, remessas de lucros, pagamentos de juros, além de outras transações financeiras.
Informações sobre o Canal Comercial
Por outro lado, o canal comercial contabiliza importações de US$ 28,894 bilhões e exportações de US$ 29,409 bilhões. Nas exportações, constam US$ 3,798 bilhões referentes a adiantamentos de contratos de câmbio (ACC), US$ 5,344 bilhões em pagamentos antecipados (PA) e US$ 20,267 bilhões em outras operações comerciais.
Fluxo Cambial em Fevereiro até o Dia 13
De acordo com os dados preliminares do Banco Central, o Brasil registrou um fluxo cambial positivo de US$ 1,488 bilhão em fevereiro até o dia 13. Em comparação, em janeiro, o saldo foi significativamente maior, com uma entrada líquida de US$ 5,067 bilhões.
Atividades no Canal Financeiro
No que tange ao canal financeiro, foi observada uma saída líquida de US$ 181 milhões. Este valor é o resultado das compras que totalizaram US$ 26,097 bilhões, enquanto as vendas alcançaram US$ 26,277 bilhões durante o mesmo período.
Comércio Exterior em Fevereiro
No comércio exterior relacionado ao mês, o saldo foi positivo em US$ 1,669 bilhão. As importações somaram US$ 8,116 bilhões, enquanto as exportações contabilizaram US$ 9,785 bilhões. Dentro das exportações, incluem-se US$ 1,449 bilhão em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$ 1,615 bilhão em Pagamentos Antecipados e US$ 6,722 bilhões em outras operações.
Fonte: www.moneytimes.com.br

