Desempenho Financeiro da Kepler Weber no Quarto Trimestre de 2025
A Kepler Weber (código de negociação: KEPL3) apresentou um crescimento de 28,5% em seu lucro líquido durante o quarto trimestre de 2025 (4T25), subindo de R$ 50,4 milhões para R$ 64,8 milhões.
Queda no Ebitda e Receita Operacional
Em contrapartida, o Ebitda da empresa caiu 17,7%, atingindo R$ 67,5 milhões. A receita operacional líquida também apresentou uma redução significativa, passando de R$ 460,1 milhões para R$ 398,7 milhões, o que representa uma queda de 13,3%. Entretanto, o lucro por ação (LPA) teve um avanço de 30,9%, aumentando de R$ 0,2855 para R$ 0,3736.
Resultado Anual
No consolidado do ano de 2025, a receita líquida totalizou R$ 1,5 bilhão, o que indica uma retração de 7,3% em comparação com 2024. Essa diminuição é atribuída a uma dinâmica mais cautelosa nos investimentos realizados pela companhia.
Volume de Toneladas Embarcadas
Apesar do resultado financeiro apresentado, 2025 registrou o terceiro maior volume de toneladas embarcadas nos últimos dez anos, o que demonstra a solidez da demanda pelos produtos da empresa.
Avanços em Diversificação
A administração da Kepler Weber comentou sobre os avanços nos Negócios Internacionais, que cresceram 19,4%, resultando na maior receita líquida da história para o segmento em um único ano, totalizando R$ 237,7 milhões. No segmento de Reposição e Serviços, a receita alcançou R$ 310,9 milhões, com um aumento de 10,1%. Esses resultados reforçam a efetividade da estratégia de diversificação da empresa, apoiada pelo desempenho de soluções de maior valor agregado.
Cenário Macroeconômico para 2026
Para o ano de 2026, a Kepler Weber antecipa a continuidade de um cenário macroeconômico desafiador, caracterizado por uma maior restrição nas condições de crédito. Isso pode impactar a rentabilidade e o ritmo das operações, especialmente no setor de Fazendas.
Dinâmica de Mercado e Segmentos
Nesse contexto, as condições de mercado poderão afetar a relação entre os diferentes segmentos da empresa. Há a possibilidade de uma redução relativa nas operações de Fazendas, enquanto se espera um aumento na participação do segmento de Agroindústrias. No entanto, a administração ressalta que essas mudanças não devem ser vistas como uma projeção definitiva de desempenho.
Fonte: www.moneytimes.com.br


