Apoio de Donald Trump a Flávio poderia favorecer mais Lula do que o senador.

Apoio de Donald Trump a Flávio poderia favorecer mais Lula do que o senador.

by Ricardo Almeida
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Apoio de Donald Trump a Flávio Bolsonaro

Um provável apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na eleição presidencial de outubro pode beneficiar mais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que Flávio Bolsonaro, conforme revela uma pesquisa recente. O levantamento foi realizado pela Quaest e encomendado pela Genial Investimentos e foi divulgado nesta sexta-feira.

Impacto do Apoio de Trump nas Intenções de Voto

O estudo constatou que, caso Trump manifeste seu apoio a Flávio, as chances de voto em Lula aumentariam para 32% entre os entrevistados. Em contrapartida, 28% afirmaram que esse apoio poderia aumentar as probabilidades de voto no senador.

Além disso, 19% dos entrevistados disseram que o apoio de Trump poderia direcionar seu voto para um candidato que não seja nem Lula nem Flávio. Por outro lado, 14% alegaram que a manifestação de apoio do líder norte-americano não influenciaria sua decisão de voto. É importante notar que a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, podendo ser maior ou menor.

Opinião de Eleitores Independentes

Entre os eleitores que se consideram independentes, os números são curiosos. 19% afirmaram que o apoio de Trump a Flávio Bolsonaro elevaria as chances de voto em Lula, enquanto 16% disseram que isso aumentaria as chances de escolher o senador. 33% indicaram que o apoio poderia favorecer um terceiro nome, e 22% afirmaram que tal apoio não teria impacto em sua decisão.

Avaliação da Opinião Pública sobre os EUA

A pesquisa ainda revelou que 48% dos entrevistados possuem uma visão desfavorável dos Estados Unidos, mantendo o mesmo percentual da pesquisa anterior realizada em agosto do ano passado. Por outro lado, a avaliação positiva caiu para 38%, em comparação a 44% naquele mesmo mês.

Situação Geopolítica

No contexto internacional, no final de fevereiro, os Estados Unidos, em conjunto com Israel, iniciaram uma campanha de bombardeios contra o Irã, alegando que o objetivo era impedir que a República Islâmica desenvolvesse armas nucleares, o que Teerã nega. Durante esses ataques, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto.

Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e bloqueou o Estreito de Ormuz, um dos principais corredores de navegação, pelo qual transita 20% do comércio mundial de petróleo. O Irã também atacou bases dos EUA no Oriente Médio, além de instalações petrolíferas de nações vizinhas, o que resultou em uma elevação nos preços do barril de petróleo, que superou US$100 nos mercados internacionais.

Em um episódio anterior, em janeiro, forças dos Estados Unidos capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o trouxeram para o país, junto com sua esposa, para ser julgado por acusações relacionadas ao narcotráfico.

Reservas de Petróleo

Tanto o Irã quanto a Venezuela são detentores de grandes reservas de petróleo. A República Islâmica, que já é um importante produtor de petróleo, desempenha um papel significativo nesse contexto econômico.

Metodologia da Pesquisa

A Quaest entrevistou um total de 2.004 pessoas entre os dias 6 e 9 de março.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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