"A verdade está triunfando", afirma a CNI sobre as conversas entre Trump e Lula.

“A verdade está triunfando”, afirma a CNI sobre as conversas entre Trump e Lula.

by Fernanda Lima
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Diálogo Brasil-EUA Avança

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, declarou nesta quarta-feira, dia 15, que as relações entre Brasil e Estados Unidos devem progredir após as recentes conversas entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

Negociações sobre Tarifas

Conforme Alban, as tratativas estão se direcionando para um consenso a respeito das tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros. Ele comentou: “Trump tem um estilo próprio de agir e negociar, com embates e depois negociações. Tivemos ruídos políticos, mas o setor privado evitou potencializar essa discussão.”

Além disso, o presidente da CNI mencionou que a organização manteve comunicação com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, em colaboração com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Reconhecimento da Parceria Brasileira

Alban destacou que foram apresentadas alternativas em diversos setores, como energia renovável, data centers e minerais críticos. “Foi reconhecido que o Brasil também é um parceiro importante”, afirmou.

Busca por Proteção das Cadeias Produtivas

O dirigente avaliou que a postura dos Estados Unidos é um reflexo da busca por proteção de suas cadeias produtivas. “Eles estão fazendo o que todos nós gostaríamos de fazer: proteger a economia e a indústria nacional. Às vezes há exageros, mas é natural que busquem seus interesses”, ressaltou Alban.

Recomendações sobre Retaliações

Alban ressaltou que a CNI defendeu desde o início que o governo brasileiro não adotasse medidas de retaliação às ações norte-americanas. “Pedimos que não houvesse retaliação. Era preciso ter parcimônia para não perder a razão. Felizmente isso foi seguido, e há espaço para entendimento”, afirmou.

Fortalecimento da Defesa Comercial

Ele também chamou a atenção para a necessidade de reforçar a política de defesa comercial brasileira e o projeto Brasil Soberano. “O mundo inteiro está revisitando suas políticas de comércio. Precisamos agir com equilíbrio para não enfraquecer nossas cadeias produtivas”, concluiu Alban.

Atuação da CNI

Como parte de sua estratégia para minimizar os impactos do aumento de tarifas sobre a indústria brasileira, a CNI formalizou um acordo com a InvestSP, com o objetivo de abrir novos mercados. Por meio desta parceria, a CNI contará com representantes em Dubai, Nova York, Munique e Xangai, com a responsabilidade de mapear oportunidades comerciais.

Análise de Acordos Comerciais

A CNI também está implementando uma estratégia que inclui o mapeamento e a análise de todos os acordos comerciais que estão sendo formalizados entre os EUA e outros países. Esta abordagem visa identificar oportunidades que possam ser utilizadas como suporte nas negociações brasileiras.

Contratação de Escritório Especializado

Em adição, a CNI contratou um escritório especializado em lobby para assisti-los nas negociações relacionadas ao aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos. A entidade também está atenta aos efeitos das medidas do Plano Brasil Soberano sobre a indústria brasileira.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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