Apenas 10% das praias de São Paulo estão impróprias para banho no início do verão; descubra quais são.

Cenário das Praias no Litoral Paulista

O início oficial da estação de verão traz uma perspectiva mais otimista para aqueles que desejam desfrutar do litoral de São Paulo. De acordo com um levantamento realizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), apenas 19 das 175 praias monitoradas no estado estão consideradas impróprias para banho, o que representa aproximadamente 11% do total. Esse número é uma melhora significativa em relação ao ano anterior, quando 28 praias apresentavam bandeira vermelha no início da estação.

Distribuição das Praias Impróprias

No litoral norte do estado, apenas cinco praias estão classificadas como impróprias para banho. Destaca-se a praia do Itaguá, localizada em Ubatuba, que aparece duas vezes no relatório, já que possui dois pontos de monitoramento distintos. As demais 14 praias que não são recomendadas para uso estão situadas na Baixada Santista.

Municípios com Maior Número de Praias Impróprias

Entre os municípios analisados, Santos e Praia Grande são os que concentram o maior número de praias impróprias, cada um com quatro locais nessa condição. Segue-se a cidade de São Vicente, que tem três praias classificadas como impróprias. Já as cidades de Itanhaém e Peruíbe possuem uma praia imprópria cada.

Método de Monitoramento da Qualidade da Água

Desde 2001, a CETESB realiza um monitoramento sistemático da qualidade da água em todo o litoral paulista, abrangendo desde Ubatuba, na divisa com o estado do Rio de Janeiro, até Cananeia, na fronteira com o Paraná. As amostras de água são coletadas na faixa onde os banhistas costumam entrar no mar e são submetidas a análises laboratoriais. Essas análises visam verificar a presença de bactérias, como o enterococo, seguindo as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

Uma praia é considerada imprópria para banho quando a água apresenta mais de 100 colônias de bactérias por 100 ml. Essa avaliação deve ocorrer em duas ou mais amostras coletadas ao longo de um período de cinco semanas. Quando a contaminação é confirmada, a praia recebe bandeira vermelha, sinalizando que o banho de mar não é recomendado.

Outros Fatores de Contaminação

Além da contaminação por bactérias fecais, a classificação de uma praia como imprópria também pode ocorrer devido a outras condições, como a presença de óleo, maré vermelha — que se refere à floração de algas potencialmente tóxicas — ou surtos de doenças transmitidas pela água. Tais fatores podem impactar diretamente a saúde dos banhistas e a qualidade das experiências de lazer nas praias.

Conclusão

O panorama atual das praias do litoral paulista apresenta uma melhora em relação ao ano anterior, embora a vigilância e os cuidados continuem sendo essenciais para garantir a segurança dos usuários das praias. As informações coletadas pela CETESB servem como um importante guia para o planejamento de atividades recreativas ao longo da temporada de verão, tornando-se uma ferramenta vital para proteger a saúde pública e o bem-estar da população.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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