Resumo da Opinião de Ray Dalio sobre Ouro e Bitcoin
- Ray Dalio acredita que os investidores devem garantir que possuem ouro suficiente em seus portfólios.
- O bilionário do hedge fund recomendou anteriormente alocar 15% de investimentos entre ouro ou bitcoin.
- Contudo, Dalio afirmou recentemente que não considera o bitcoin uma opção segura ou um concorrente do ouro.
Debate Ouro vs. Bitcoin
Ray Dalio declarou que o debate entre ouro e bitcoin tem um vencedor claro. Para o bilionário investidor e fundador da Bridgewater Associates, não existe substituto para o metal precioso. Em sua participação no podcast “All In”, na última terça-feira, ele aproveitou a oportunidade para comparar os dois ativos, destacando as diferenças essenciais que observa entre eles e a importância disso para os investidores.
Desempenho dos Ativos
Dalio observou que o ouro apresentou uma valorização significativa no último ano, enquanto o bitcoin enfrentou uma queda considerável. Em sua perspectiva, os dois ativos não devem ser considerados como refúgios seguros e que possuem características distintas. “Só existe um ouro”, enfatizou Dalio a respeito das comparações entre os dois ativos.
Preocupações com o Bitcoin
O investidor expressou preocupações em relação ao bitcoin, afirmando que não crê que os bancos centrais algum dia desejem comprar ou manter essa criptomoeda, ao contrário do que fazem com o ouro. Segundo ele, o bitcoin é negociado como um ativo de risco, não como uma proteção, e, quando os investidores enfrentam pressão, é mais provável que eles vendam bitcoin e reforcem seus investimentos em ouro.
Recomendações sobre Alocação de Ouro
“Um investidor deve ter entre 5% e 15% de seu portfólio em ouro”, sugeriu Dalio. “Ouro é um diversificador quando as coisas ficam complicadas. Ele se sai bem quando outras opções não funcionam.” No mês passado, ele descreveu o ouro como o “dinheiro mais seguro”, mesmo após os preços estarem se recuperando de uma venda histórica.
Preocupação com a Alocação
Dalio alertou que tanto pessoas físicas quanto empresas deveriam se preocupar e considerar se possuem ouro suficiente. “Se a alocação de ouro for inferior a 5% do portfólio, a resposta é provavelmente não”, afirmou.
Fonte: www.businessinsider.com