Boletim Médico de Jair Bolsonaro
Na noite do último sábado, o ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um novo episódio de soluços. Essa situação ocorreu após ele ter passado por um procedimento de bloqueio do nervo frênico direito, realizado no mesmo dia. Essa informação foi confirmada por um boletim médico divulgado no domingo.
Condições de Saúde
De acordo com o boletim, além dos soluços, Bolsonaro apresentou elevação da pressão arterial na mesma noite. A nota do hospital DF Star, onde ele está internado, informa que “no momento encontra-se estável e sem soluços.” Para o dia seguinte, está programada a complementação do tratamento, que incluirá o bloqueio do nervo frênico esquerdo, seguido de uma avaliação dos resultados.
Função do Nervo Frênico
Na literatura médica, o nervo frênico é descrito como uma estrutura que se origina na região cervical e desce pelo tórax. Sua principal função é controlar o diafragma, que é um músculo essencial para a respiração.
Tratamento e Reabilitação
O boletim também destaca que Jair Bolsonaro deve continuar a fisioterapia para reabilitação, além de seguir com os cuidados clínicos e medidas de prevenção contra trombose, que são procedimentos padrão adotados após cirurgias. Isso se dá em decorrência da operação realizada na última quinta-feira, na qual ele foi submetido a um tratamento para uma hérnia inguinal bilateral.
Internação e Cirurgia
Bolsonaro, que tem 70 anos, recebeu autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para se internar na quarta-feira, com o intuito de realizar a cirurgia. Vale lembrar que ele estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre uma pena de mais de 27 anos por tentativa de golpe de Estado e outros crimes correlacionados.
Histórico de Saúde
O ex-presidente enfrenta complicações de saúde desde o atentado que sofreu em setembro de 2018. Durante um evento de sua campanha eleitoral em Juiz de Fora, Minas Gerais, ele foi alvo de uma facada, o que resultou em uma série de intervenções cirúrgicas na região abdominal como consequências desse ataque.
Fonte: www.moneytimes.com.br


