Grupo Casas Bahia Conclui Oferta de Emissão de Cotas do Fundo de Investimento
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) anunciou, na quarta-feira, dia 25, a finalização da oferta pública da segunda emissão de cotas do GCB Fornecedores Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Esta emissão foi estruturada com o objetivo de otimizar a operação de risco sacado da companhia, resultando em uma captação total de R$ 200 milhões, encerrada em 24 de março de 2026.
Distribuição e Detalhes da Emissão
O valor captado foi segmentado da seguinte maneira: R$ 120 milhões em cotas sênior, R$ 40 milhões em cotas subordinadas mezanino e R$ 40 milhões em cotas subordinadas júnior. Com esta nova emissão, o volume total do FIDC atinge R$ 755 milhões. Este montante é distribuído entre R$ 448 milhões em cotas sênior, R$ 153,5 milhões em cotas mezanino e R$ 153,5 milhões em cotas júnior.
Garantias e Condições das Cotas
O fundo possui garantias relacionadas a recebíveis de cartão de crédito não performados, que são originados de vendas realizadas tanto no comércio eletrônico quanto nas lojas físicas. Os investidores de mercado receberam integralmente as cotas sênior e mezanino, que têm vencimento em 24 meses, com amortizações programadas a partir do 19º mês. Por outro lado, as cotas subordinadas júnior foram completamente integralizadas pela própria companhia, conforme informou o comunicado oficial.
Remuneração das Cotas
Conforme divulgado pela Casas Bahia, as cotas sênior possuem uma remuneração alvo correspondente a CDI + 4,5% ao ano. Para as cotas mezanino, a remuneração é de CDI + 7,25% ao ano. A gestão do FIDC está sob a responsabilidade da Riza Crédito Estruturado. As funções de distribuição, administração e custódia são realizadas pela Oliveira Trust.
Alinhamento com o Plano de Transformação da Estrutura de Capital
A empresa declarou que a conclusão da operação está em consonância com o plano de transformação de sua estrutura de capital. Após uma observação de redução da alavancagem no quarto trimestre de 2025, a companhia afirma que avança para uma fase voltada para a otimização de sua estrutura. O foco está na diversificação das fontes de financiamento, na redução dos spreads e na melhoria do resultado financeiro, além de otimizar a geração de caixa.
Fonte: www.moneytimes.com.br