Nova Proposta do Irã e Impactos nos Mercados
O recente anúncio de uma nova proposta do Irã aos Estados Unidos inicialmente trouxe um sentimento de alívio nos mercados financeiros globais. O plano divulgado incluía a reabertura do Estreito de Ormuz, uma medida que, teoricamente, poderia estimular o apetite por risco nas transações globais. No entanto, os dados da plataforma de contratos futuros Polymarket indicam um clima de cautela entre os investidores.
Probabilidades Baixas de Reabertura
Na terça-feira, dia 28, o contrato que aposta na reabertura do Estreito de Ormuz até 30 de abril apontava menos de 1% de chance de que isso ocorreria, com apostas acima de US$ 31 milhões.
Da mesma forma, os contratos que preveem um acordo definitivo de paz e um acordo nuclear até 30 de abril registravam uma probabilidade de apenas 1%, com apostas de US$ 66 milhões e US$ 2 milhões, respectivamente.
Esses números provenientes do Polymarket reforçam um cenário de ceticismo quanto a uma possível normalização estrutural nas relações entre os países. Segundo Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus Research, “a leitura é simples: […] o prêmio geopolítico continua presente”.
- CONVOCATÓRIA EMPIRICUS: no dia 4 de maio, a Empiricus vai revelar como ter acesso à estratégia para buscar se posicionar no atual contexto geopolítico.
Apenas Quem Está Disposto a Fazer Isto Poderá Capturar o Prêmio Geopolítico
A proposta apresentada pelo Irã aos Estados Unidos omitiu a discussão sobre o programa nuclear. Segundo Spiess, esse é o principal ponto de tensão nas relações entre os dois países e, sem uma resolução definitiva, as incertezas permanecem relevantes. Essa visão alinha-se com as apostas no Polymarket, onde a probabilidade de um acordo nuclear entre as partes até 30 de junho é de apenas 35%.
Expectativas de Reabertura e Acordos
As expectativas em relação à reabertura do Estreito e a um acordo nuclear seguem na mesma linha. Para esses contratos, as chances de uma resolução positiva até 31 de maio variam entre 42% e 30%, respectivamente. Na última segunda-feira, dia 27, na sua newsletter diária, Spiess destacou que o cenário de incertezas em relação ao desfecho do conflito mantém o prêmio geopolítico em alta.
Consequentemente, essa situação implica que o cenário econômico atual gera distorções de preço. O mercado requer, portanto, um custo extra para operar em meio a tantas incertezas. É neste cenário que investidores dispostos a se posicionar poderão encontrar um espaço favorável para estratégias que aproveitam esse “excesso” de precificação e, com isso, potencialmente obter retornos superiores à média.
No dia 4 de maio, a Empiricus realizará uma “convocação” para investidores que desejam se posicionar estrategicamente no contexto geopolítico atual e ter a chance de identificar oportunidades “fora do radar”.
Impactos do Conflito no Oriente Médio
O conflito no Oriente Médio já está afetando seriamente as cadeias energéticas e a inflação global, impactando diretamente a economia dos países e a renda dos indivíduos. Portanto, é crucial que os investidores não adotem uma postura de apatia em relação a essas mudanças.
Matheus Spiess enfatiza que estamos vivendo em um mundo caracterizado por uma maior instabilidade, fragmentação e dependência de recursos reais. Essas características são comuns em diferentes períodos de mudança geopolítica ao longo da história. Mesmo na hipótese de um entendimento temporário entre os envolvidos, os efeitos econômicos tendem a ser prolongados, segundo o analista.
Além disso, ele aponta que, antes mesmo do eclodir do conflito, já havia uma movimentação voltada para a reorganização das cadeias globais, aumento de investimentos em infraestrutura e a presença de uma pressão inflacionária persistente. Neste contexto, “quem não se movimenta, fica para trás,” complementa.
Desde 2025, a Empiricus tem monitorado esse cenário de mudança estrutural global e adotado posições estratégicas na busca por capturar o prêmio geopolítico. Enquanto muitos investidores optaram por manter seus recursos na poupança ou em aplicações atreladas ao CDI, aqueles que seguiram as recomendações da casa conseguiram, em algumas carteiras, um retorno de até 73%.
Esses resultados representam um retorno até 10 vezes maior que os 7,5% oferecidos pela poupança e 5 vezes acima dos 14,3% do CDI. No entanto, como mencionado anteriormente, ainda há um prêmio geopolítico “na mesa”, e por essa razão, a Empiricus está convocando os investidores interessados.
No dia 4 de maio, a empresa vai abrir uma nova oportunidade para investidores que pretendem se posicionar de forma estratégica, visando ganhos financeiros expressivos. Para participar dessa convocação, basta clicar no link abaixo e manifestar seu interesse:
Fonte: www.moneytimes.com.br