Desvalorização do Bitcoin e Cenário Atual
O bitcoin (BTC) sofreu uma desvalorização significativa, atingindo cerca de 50% desde seu pico histórico de US$ 120 mil em outubro de 2025, caindo para aproximadamente US$ 60 mil na semana passada. Conforme afirmação de Valter Rebelo, especialista em criptomoedas da Empiricus, é difícil contestar que o atual cenário apresenta características evidentes de um bear market.
O analista ressalta que não há indícios claros de que a atual fase seja um momento propício para comprar bitcoin visando uma rápida recuperação. Pelo contrário, o contexto atual demanda uma postura mais cautelosa por parte dos investidores.
Apesar da pressão nos preços do Bitcoin, Rebelo observa que existem moedas menores que, mesmo em um cenário desfavorável, ainda podem oferecer ganhos interessantes.
Enquanto BTC Cai, Especialista Prefere Outras Criptomoedas
Ao analisar o histórico da criptomoeda, que vai de novembro de 2010 até novembro de 2025, é possível observar que o bitcoin já enfrentou 18 grandes quedas de pelo menos 30% após atingir máximas históricas (“all-time high”).
Um levantamento realizado pelo estrategista Charlie Bilello indica que, em média, as correções históricas do bitcoin foram de aproximadamente -55%, com uma mediana em torno de -45%.
Nos bear markets anteriores do bitcoin, o tempo necessário para alcançar um novo pico histórico também foi considerável. A queda entre 2013 e 2015, que atingiu -85%, levou 1.181 dias até que a criptomoeda conseguisse registrar um novo all-time high. Já a queda entre 2017 e 2018, que chegou a -84%, exigiu 1.079 dias para uma recuperação total.
Segundo Rebelo, a diferença entre os momentos passados e o atual é que as quedas anteriores ocorreram devido a contrações de liquidez e deterioração de indicadores macroeconômicos globais. “Desta vez, a queda está acontecendo mesmo em um ambiente com condições financeiras acomodatícias e uma economia ainda resiliente”, explica.
Atualmente, o que se observa é uma reavaliação do mercado em relação ao descompasso entre o investimento das empresas em inteligência artificial (IA) e a geração de receita, além das novas tendências que devem se estabelecer na economia, conforme detalha Rebelo.
Nesta conjuntura, moedas de destaque como bitcoin, solana (SOL) e ethereum (ETH) tendem a ser mais impactadas pela volatilidade. Como resultado, pode-se esperar que a recuperação consistente de seu valor demande um tempo maior.
Apesar da fase negativa para essas “protagonistas” do mercado, outras criptomoedas, consideradas “coadjuvantes”, continuam a despertar o interesse de Valter Rebelo devido ao seu potencial de valorização em ciclos específicos.
Para Além do BTC: Conheça Outros Tipos de Criptomoedas para Investir no Cenário Atual
Existem ativos que não possuem uma tese de investimento definida e, portanto, são independentes do clima macroeconômico. Esses ativos tendem a sofrer oscilações pontuais muito mais significativas, que podem resultar em multiplicações rápidas e valiosas – são as memecoins.
Esses ativos digitais geralmente têm origem em piadas da internet (memes) e foram criados como brincadeiras. Ao contrário do BTC ou ETH, que têm aplicações e objetivos financeiros, esses criptoativos carecem de um propósito sério.
Saber em quais moedas investir é crucial, uma vez que muitas delas não pertencem ao grupo das mais conhecidas e suas oscilações dependem fortemente das tendências das redes sociais. Um exemplo é a TRUMP$, uma memecoin associada ao presidente dos Estados Unidos, cujo valor pode sofrer variações drásticas conforme as notícias veiculadas nas mídias sociais.
Conforme Valter Rebelo, para esse tipo de investimento é fundamental contar com um sistema eficiente de identificação desses ativos que possuam elevado potencial lucrativo.
Sem tal sistema, investir em memecoins torna-se um risco elevado e, segundo Rebelo, pode ser comparado a uma forma de jogo. Por conta disso, ele desenvolveu o Memebot, uma ferramenta que pode auxiliar investidores na busca por essas verdadeiras “caças ao tesouro”.
O Memebot One Million foi projetado precisamente para localizar esses ativos, identificando seu potencial de multiplicação antes que se tornem populares.
Mesmo com o preço do BTC estando abaixo de suas máximas históricas, alcançar uma valorização significativa com a criptomoeda ainda requer um investimento substancial. Em contrapartida, com aportes iniciais a partir de R$ 3,5 mil, o Memebot é capaz de buscar lucros que podem alcançar até seis dígitos em suas operações.
O robô é completamente automatizado, iniciando a busca por novas oportunidades de lucratividade assim que o investidor completa algumas etapas:
- Instalar a ferramenta;
- Inserir os aportes financeiros;
- Clicar em “copiar” uma única vez;
- Permitir que o restante seja realizado automaticamente.
É importante ressaltar que o mercado de criptomoedas é extremamente volátil, e os investidores devem estar cientes dos riscos associados. Portanto, essa é uma ferramenta desenvolvida por especialistas em criptomoedas, que ajustam os algoritmos da ferramenta com as estratégias adequadas para o momento atual.
Gratuito: Confira Como Acessar o Memebot a Partir da Terça-feira (24)
Os investidores que desejam utilizar a ferramenta terão a chance de garantir uma vaga na próxima terça-feira (24). Às 19h, está agendado um evento online e gratuito para apresentar o funcionamento do Memebot One Million.
O objetivo dessa ferramenta é operar para buscar retornos que podem chegar a até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil.
Para participar do evento e descobrir como desbloquear o acesso à ferramenta, é necessário inscrever-se previamente na lista de interessados. Para isso, basta clicar no botão indicado e seguir o passo a passo que aparecerá na tela:
Fonte: www.moneytimes.com.br

