Cooperação e Desenvolvimento da Amazônia
Anúncio do Projeto
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) anunciou, nesta segunda-feira, em colaboração com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o Sebrae, o lançamento do projeto intitulado Coopera + Amazônia. Esta iniciativa busca incentivar as cadeias produtivas do açaí, castanha-do-Brasil, babaçu e cupuaçu na Amazônia Legal.
Compromisso com a Sustentabilidade
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, também ministro do MDIC, comentou sobre a importância do projeto. Ele afirmou que esta ação demonstra o compromisso do governo do presidente Lula com a proteção da Amazônia. Segundo Alckmin, o investimento na industrialização das cadeias produtivas da região amazônica visa criar oportunidades concretas de progresso, mostrando que é viável gerar renda e empregos mantendo a floresta intacta. Ele ressaltou que o Coopera + Amazônia têm como objetivo fortalecer as comunidades que habitam e dependem da floresta.
Investimento e Beneficiários
Para a implementação deste projeto, está previsto um investimento total de R$ 107,1 milhões. O Coopera + Amazônia visa beneficiar cerca de 50 cooperativas localizadas nos estados do Pará, Rondônia, Maranhão, Acre e Amazonas, o que deverá impactar aproximadamente 1.350 famílias extrativistas.
Recursos e Assistência Técnica
O projeto incluirá a aquisição de máquinas e equipamentos, além de fornecer assistência técnica e extensão rural. Uma das prioridades será a resolução de desafios tecnológicos relacionados ao aproveitamento de resíduos gerados pelas atividades produtivas.
Foco no Cooperativismo
O objetivo primordial é o fortalecimento da cultura do cooperativismo, que deverá contribuir para a melhoria do ambiente de negócios na região. O MDIC informou que a duração proposta para o projeto é de quatro anos, dividida em dois ciclos de dois anos cada. Cada um desses ciclos será direcionado a 25 cooperativas, permitindo um enfoque mais específico e eficaz nas iniciativas de desenvolvimento.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


