Declarações do Presidente do Federal Reserve
O presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, Alberto Musalem, expressou nesta terça-feira, 13, a importância de "observar riscos concretos antes de considerar uma redução na taxa de juros". Ele enfatizou que o banco central americano está em uma posição sólida para atuar, caso seja necessário.
Considerações sobre o Mercado de Trabalho e a Inflação
Durante uma conferência online promovida pelo MNI, Musalem comentou sobre os riscos presentes no mercado de trabalho e na inflação, afirmando que estes fatores podem levar a novos cortes de juros. “É desnecessário e não recomendável colocar a política monetária em uma postura acomodatícia neste momento”, destacou.
Compromisso com a Meta de Inflação
Em relação à inflação, o presidente do Fed ressaltou que o Comitê Geral do Mercado Aberto (FOMC) continua comprometido em atingir a meta de 2%. Ele classificou os dados referentes ao índice de preços ao consumidor de dezembro como "encorajadores". Contudo, Musalem alerta que a inflação pode ser "mais persistente do que o esperado", ao emitir uma projeção otimista sobre a possível melhoria nos preços de bens e habitação.
Independência do Banco Central
O dirigente do Fed optou por não se aprofundar nos desafios enfrentados pelo banco central dos Estados Unidos sob a administração do presidente Donald Trump. Musalem reafirmou que a independência do banco central e a autonomia de sua política monetária são fundamentais para alcançar resultados positivos.
Comentários sobre o Presidente do Fed
Em relação a um vídeo recente do presidente do Fed, Jerome Powell, Musalem descreveu o conteúdo como "esclarecedor", mas se absteve de comentar mais sobre o assunto.
Perspectivas para a Economia e o Mercado de Trabalho
Falando sobre a economia, o presidente do Fed expressou uma visão otimista em relação ao crescimento "robusto" do PIB norte-americano. Referente ao mercado de trabalho, ele indicou que espera que os níveis de emprego permaneçam estáveis em torno das taxas atuais.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


