Gleisi critica Tarcísio por declaração sobre ‘crise moral’ após encontro com Bolsonaro

Gleisi Hoffmann Responde a Governador de São Paulo

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), rebateu, na sexta-feira (30), as declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que caracterizou o Brasil como vivendo uma “crise moral” após sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na quinta-feira (29).

Crítica Direta ao Governador

Gleisi Hoffmann criticou Tarcísio, afirmando que sua declaração é uma demonstração de “muita cara de pau”. Ela mencionou que o maior financiador individual das campanhas do governador e do ex-presidente foi Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, que foi preso pela Polícia Federal (PF) durante a operação Compliance Zero.

Legado da Gestão Anterior

A ministra alegou que a “crise fiscal” mencionada por Tarcísio foi herdada do governo Bolsonaro. Ela afirmou que o ex-presidente deixou um déficit de R$ 255 bilhões nas contas públicas. De acordo com Gleisi, essa situação financeira é um reflexo direto das administrações anteriores.

Visita de Tarcísio a Bolsonaro

Durante sua visita a Bolsonaro em Brasília, onde o ex-presidente cumpre pena na Papuda, Tarcísio de Freitas expressou seu apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à presidência nas próximas eleições. Além disso, ele reiterou sua intenção de buscar a reeleição como governador de São Paulo.

Declarações de Tarcísio

Após a visita, Tarcísio de Freitas fez uma declaração à imprensa, na qual falou sobre a “crise fiscal” e a “crise moral” que o Brasil enfrenta atualmente. Ele enfatizou a necessidade de apresentar uma alternativa política para a nação, que esteja alinhada ao projeto de Bolsonaro e seu grupo político. Tarcísio destacou a importância de identificar uma solução para os desafios enfrentados pelo país:

“Estamos vendo a situação do país, para onde o Brasil está caminhando. O Brasil tem uma crise fiscal contratada e hoje enfrenta uma crise moral. Precisamos dar uma resposta, e por isso precisamos de uma alternativa. Nós vamos proporcionar essa alternativa como time, e eu faço parte desse time, alinhados à visão que o próprio presidente tem.”

Por meio dessas declarações, a ministra e o governador demonstram diferentes perspectivas sobre a atual situação política e econômica do Brasil, refletindo as tensões existentes entre os grupos políticos.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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