Haddad projeta um aumento de até 1% no PIB no primeiro trimestre

Haddad projeta um aumento de até 1% no PIB no primeiro trimestre

by Ricardo Almeida
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Crescimento Econômico é Esperado

Prestes a deixar o governo para concorrer às eleições em São Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que a economia pode apresentar um crescimento de até 1% no primeiro trimestre do ano.

Previsão do PIB

Em uma entrevista ao portal Opera Mundi na noite de sexta-feira, 13, Haddad mencionou que o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter crescido entre 0,8% e 1,0% nas primeiras semanas do ano em comparação com o trimestre anterior. Esse crescimento é atribuído a políticas do governo que visam estimular o crédito e a demanda interna sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Influência da Taxa de Juros

Haddad também indicou que a expansão da economia ao longo do ano dependerá da trajetória da taxa de juros. Ele observou que as expectativas em torno do início da flexibilização monetária foram impactadas pela recente elevação dos preços do petróleo. Para que o crescimento ultrapasse 2% no ano, segundo ele, a taxa de juros será um fator determinante.

Essa análise foi divulgada no mesmo dia em que a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda projetou um crescimento de 2,3% para o país em 2025.

Preocupações com os Custos dos Empréstimos

O ministro expressou que está mais preocupado com os indicadores referentes aos custos dos empréstimos do que com os dados fiscais. Ele considerou esses custos como um “freio de mão” para as atividades econômicas, apesar de mencionar a menor inflação acumulada em quatro anos.

Volatilidade dos Preços do Petróleo

A instabilidade dos preços do petróleo, especialmente após os conflitos entre EUA e Israel e o Irã, trouxe incertezas que podem influenciar a inflação. Isso afetou as expectativas do mercado sobre um possível início de cortes nas taxas de juros.

Em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central indicou que estava se preparando para uma redução da Selic neste mês, que atualmente se encontra em 15%, o maior nível em quase duas décadas e mantido estável desde julho do ano anterior.

Expectativas para a Selic

Na última sexta-feira, os contratos futuros de juros indicavam uma expectativa majoritária de um corte de 0,25 ponto percentual em março, reduzindo a Selic de 15% para 14,75% ao ano. Contudo, as chances de que não haja alterações nas taxas também vêm aumentando. Antes do conflito com o Irã, os mercados frequentemente projetavam uma redução de 0,50 ponto percentual para o mesmo período.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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