Desempenho do Ibovespa
O Ibovespa (IBOV) finalizou o último pregão, realizado em 24 de setembro, com 191.490 pontos, registrando um avanço de 1,40% e alcançando uma nova máxima histórica. Este movimento reforça a tendência positiva que já vem sendo observada nas semanas anteriores. A análise do Itaú BBA indica que é esperado um prosseguimento dessa alta no mercado brasileiro.
Expectativas para o Índice
Conforme o relatório intitulado “Diário do Grafista”, o índice do Ibovespa tem como próximo objetivo a marca de 200 mil pontos. No médio prazo, pode buscar a marca de 250 mil pontos, o que corresponderia ao topo do canal de alta de longo prazo. As referências de suporte mais importantes para a manutenção dessa tendência estão nos níveis de 188.500, 183.000, e 180.000 pontos.
Ações em Alta
Entre as ações que compõem o índice, os papéis mais relevantes continuam apresentando movimento favorável:
Vale (VALE3)
A Vale (VALE3) atingiu uma nova máxima histórica, chegando a R$ 91,65. A ação mantém um viés de alta, com alvos projetados acima de R$ 100, contanto que consiga sustentar o suporte de R$ 82,05 no curto prazo.
Petrobras (PETR4)
A Petrobras (PETR4) também superou seu topo histórico, registrado em R$ 39,25, abrindo espaço para novas valorizações. As novas metas para a ação são a faixa de R$ 42,05 e R$ 45,50.
Bradesco (BBDC4)
O Bradesco (BBDC4) prossegue em uma tendência ascendente, mesmo enfrentando uma zona de resistência relevante em R$ 22,15. A confirmação da tendência de alta deve ocorrer com a manutenção do valor acima de R$ 19,80.
B3 (B3SA3)
A B3 (B3SA3) se aproxima de sua máxima histórica, mirando R$ 18,70, e pode gerar um novo sinal de compra caso consiga ultrapassar essa barreira. Se esse rompimento ocorrer, o novo objetivo será em R$ 21,50.
Cenário Internacional
No panorama internacional, o S&P 500 exibe um comportamento mais indefinido, enfrentando resistência na região dos 7.000 pontos. Apesar de ainda manter uma estrutura construtiva, o índice norte-americano pode encontrar suporte em 6.720 pontos.
O relatório ainda afirma que “No exterior, o movimento ainda é de congestão no curto prazo, mas nada que invalide o comportamento mais forte do mercado brasileiro.”
Fonte: www.moneytimes.com.br


