Indústria registra queda de 1,3% no faturamento em setembro em comparação a agosto, afirma CNI.

Indústria registra queda de 1,3% no faturamento em setembro em comparação a agosto, afirma CNI.

by Fernanda Lima
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Faturamento da Indústria de Transformação

O faturamento real da indústria de transformação registrou uma queda de 1,3% em setembro, seguindo uma baixa anterior de 5,2% em agosto. Esses dados foram divulgados na pesquisa Indicadores Industriais, publicada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na última sexta-feira, 7 de outubro. Os números mencionados consideram a série livre de efeitos sazonais.

Dinamismo da Indústria

De acordo com a CNI, a indústria tem demonstrado perda de dinamismo ao longo de 2025. A especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, afirmou que essa situação deve-se tanto ao impacto dos altos juros sobre o crédito, dificultando o acesso dos consumidores, quanto à crescente entrada de produtos importados, que têm ocupado uma parte significativa do mercado da indústria nacional.

Emprego e Massa Salarial

Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de emprego na indústria caiu 0,2% em setembro em comparação a agosto. Além disso, a massa salarial real do setor de transformação recuou 0,5%, enquanto o rendimento médio real diminuiu 0,3%.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) apresentou uma queda de 0,4 ponto percentual, somando 77,9%. Em contrapartida, as horas trabalhadas na produção aumentaram 0,1% em relação ao mês anterior.

Comparação Interanual

Em relação a setembro de 2024, o faturamento real da indústria de transformação caiu 3,2%, considerando uma série de dados sem ajuste. A UCI caiu 2,1 pontos percentuais, atingindo 79,4%. O rendimento médio real também sofreu uma queda de 4,4%, enquanto a massa salarial real diminuiu 3,4%.

Por outro lado, as horas trabalhadas na produção apresentaram um crescimento de 0,6%, juntamente com o índice de emprego, que subiu 1,1%.

Acumulado do Ano

No acumulado do ano, o faturamento real da indústria de transformação apresenta um aumento de 2,1%. As horas trabalhadas na produção avançaram 1,3%, e o índice de emprego cresceu 2,0%. Em contraste, a massa salarial real caiu 2,4%, e o rendimento médio real recuou 4,4%.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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