Inflação da Zona do Euro em Janeiro de 2026
A inflação anual da zona do euro apresentou uma desaceleração no início de 2026, registrando um índice de 1,7% em janeiro, em comparação a 1,9% em dezembro. Esta informação foi divulgada em um comunicado preliminar do Eurostat na quarta-feira, 4 de fevereiro. No cálculo mensal, o índice de preços ao consumidor (IPC) teve uma queda de 0,5%, indicando que o Novo Ano começou com uma pressão inflacionária diminuída sobre o custo de vida nos países que utilizam o euro.
Componentes da Inflação Subjacente
Ao analisar os componentes de maior sensibilidade, a inflação subjacente — que exclui os preços de energia, alimentos, álcool e tabaco — ficou em 2,2% na comparação com janeiro de 2025, além de registrar uma queda de 1,1% em relação a dezembro. Esse cenário contribui para a evidência de uma desaceleração mais ampla nos preços, não apenas entre os itens tradicionalmente voláteis, e sugere um ambiente inflacionário mais controlado no curto prazo.
Setores em Destaque
Entre os principais grupos, o IPC do setor de serviços subiu 3,2% em base anual, ficando abaixo do crescimento de 3,4% observado em dezembro. Por outro lado, o índice que engloba alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco aumentou 2,7% em janeiro, apresentando uma aceleração em relação aos 2,5% do mês anterior. Esses dados sugerem que, apesar do alívio inflacionário geral, alguns segmentos continuam a exercer uma pressão significativa sobre a inflação enfrentada pelo consumidor.
Taxas de Inflação por Países
No que diz respeito às taxas de inflação anual entre os países membros, os maiores índices foram registrados na Croácia, com 5,1%, e na Bélgica, com 4,4%. Por outro lado, Irlanda, Itália e Finlândia apresentaram os menores aumentos, todos com uma variação de 1,7%. Esses valores estão alinhados à média da zona do euro e abaixo do nível observado no fechamento de 2025.
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Fonte: br.-.com

