IPC-Fipe registra aceleração de 0,22% na segunda quadrissemana de fevereiro, com aumento em Habitação e Alimentação.

IPC-Fipe registra aceleração de 0,22% na segunda quadrissemana de fevereiro, com aumento em Habitação e Alimentação.

by Fernanda Lima
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IPC-Fipe: Alta na Inflação da Capital Paulista

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, registrou uma alta de 0,22% na segunda quadrissemana de fevereiro. Este resultado superou o crescimento de 0,15% observado na primeira leitura do mês. Os dados foram divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quinta-feira, 19 de fevereiro.

Comportamento dos Componentes do IPC-Fipe

No que diz respeito à segunda leitura de fevereiro, dois dos sete componentes do IPC-Fipe mostraram um desempenho mais forte, enquanto um deles apresentou uma queda em ritmo mais lento. O segmento de habitação, por exemplo, passou de uma variação negativa de -0,05% para uma positiva de 0,11%. Já a alimentação saiu de uma variação zero para 0,13%. Por sua vez, as despesas pessoais reduziram a intensidade da queda, passando de -0,51% para -0,25%.

Entretanto, três grupos perderam força e um aprofundou a deflação quando comparados às leituras anteriores da quadrissemana. O setor de transportes desacelerou, registrando uma variação de 0,66% para 0,63%. O vestuário enfrentou um recuo, passando de 1% para 0,72%. A educação também perdeu força, com uma variação que caiu de 3,92% para 2,57%. Por fim, a saúde ampliou a queda, registrando uma variação que foi de -0,02% para -0,06%.

Resumo dos Componentes do IPC-Fipe

O desempenho dos componentes do IPC-Fipe na segunda quadrissemana de fevereiro ficou da seguinte forma:

  • Habitação: 0,11%
  • Alimentação: 0,13%
  • Transportes: 0,63%
  • Despesas Pessoais: -0,25%
  • Saúde: -0,06%
  • Vestuário: 0,72%
  • Educação: 2,57%
  • Índice Geral: 0,22%

Impactos da Aceleração do IPC-Fipe

A aceleração observada no IPC-Fipe tende a influenciar as expectativas relacionadas à inflação de curto prazo na capital paulista. Esse movimento pode impactar a precificação de ativos na bolsa de valores brasileira, além de influenciar as projeções para os juros futuros e a dinâmica da paridade entre o Dólar norte-americano e o Real Brasileiro (FX:USDBRL). Uma inflação mais resistente pode exercer pressão sobre a curva de juros, elevando a volatilidade em ações que são mais sensíveis ao ciclo doméstico.

Fonte: br.-.com

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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