Resultados do 3T25 da Kepler Weber
A Kepler Weber (código de negociação KEPL3) divulgou, nesta quarta-feira, 29 de novembro de 2025, após o encerramento das atividades do mercado, os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25).
Desempenho Financeiro
A empresa registrou um lucro líquido de R$ 51,6 milhões, uma diminuição em comparação aos R$ 59,6 milhões apresentados no mesmo período do ano anterior, no 3T24. A receita líquida operacional, por sua vez, alcançou R$ 423,3 milhões, evidenciando uma queda de 3,6% em relação ao ano anterior.
O Ebitda da companhia apresentou uma redução de 20,8% no trimestre, totalizando R$ 73,6 milhões quando comparado ao mesmo período do ano passado.
Comentários da Companhia
Em um comunicado oficial, a Kepler Weber afirmou: “Encerramos o 3T25 com um dos melhores desempenhos de receita líquida de terceiro trimestre da história da Kepler, atrás apenas dos recordes de 3T22 e 3T24, que contavam com cenários setoriais e macroeconômicos mais favoráveis”.
Além disso, a empresa destacou que “a margem Ebitda de 17,4% representou 45% do resultado acumulado dos 9M25, confirmando a evolução estrutural do modelo de negócios e a capacidade de manter rentabilidade consistente, mesmo em um ambiente caracterizado por juros elevados e crédito restrito”.
Marcos do Trimestre
Entre as principais realizações no trimestre, a Kepler Weber mencionou a venda de um projeto para uma grande cooperativa do Paraná, a qual é reconhecida como a maior esmagadora de soja do Brasil. Esse sucesso reafirma o posicionamento da empresa como referência em engenharia e execução de projetos de grande escala.
Adicionalmente, no terceiro trimestre, a Kepler Weber firmou o maior contrato internacional de sua história. Este acordo envolve um projeto de armazenamento de arroz na Venezuela, que abrange o envio de 200 contêineres com pagamento integral realizado de forma antecipada. Essa transação é um passo importante para a estratégia de expansão global da empresa, além de destacar o crescimento de sua divisão de Negócios Internacionais.
Fonte: www.moneytimes.com.br


