MBRF (MBRF3) continua a subir após um avanço de 14%; frigorífico convoca acionistas para assembleias

Ações da MBRF Apresentam Alta Significativa

As ações da MBRF (MBRF3) avançavam 1,9%, cotadas a R$ 19,31, por volta das 10h47 da terça-feira, 24 de abril, após terem registrado um aumento expressivo de 14,34% no pregão anterior.

Convocação para Assembleias de Acionistas

Na manhã deste dia, o frigorífico anunciou a convocação de seus acionistas para as assembleias geral ordinária (AGO) e extraordinária (AGE), programadas para o mesmo dia, a serem realizadas de forma exclusivamente presencial.

Ordem do Dia na AGO

Durante a AGO, os acionistas irão votar sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício social de 2025, além de discutir a destinação do lucro líquido obtido no período.

Ordens da AGE

No contexto da AGE, será determinada a fixação do número de membros do Conselho Fiscal, com um total de três titulares e seus respectivos suplentes. Além disso, está prevista a eleição desses membros para o novo mandato.

Na mesma ocasião, também será definida a remuneração global dos administradores, que inclui o Conselho de Administração, a diretoria e o Conselho Fiscal, para o exercício de 2026.

Motivos para a Alta nas Ações da MBRF

O expressivo desempenho das ações na véspera está ligado à perspectiva de uma trégua na guerra no Oriente Médio.

Conforme Fernando Iglesias, analista de proteína animal da Safras & Mercado, a MBRF tem uma exposição significativa à região, e a expectativa de normalização do comércio fomenta a valorização dos papéis da empresa.

“Há um aumento na esperança de reabertura do Oriente Médio e uma possível resolução do conflito. Uma normalização, advinda do potencial término da guerra, seria extremamente favorável para a empresa”, destacou Iglesias.

No cenário político, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o Exército americano deve suspender por cinco dias os ataques a usinas e à infraestrutura energética do Irã, após diálogos que foram considerados “produtivos” entre Washington e Teerã.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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